Publicado em: 02/06/2023 às 10:50hs
Os lotes de maior liquidez continuaram em queda, seguindo o exemplo dos dias anteriores. Já as telas de longo prazo fecharam valorizadas.
Ontem, a Secex - Secretaria de Comércio Exterior emitiu o relatório de exportações do complexo de açúcar no mês de maio. O Brasil exportou, segundo os números, 2,471 milhões de toneladas de açúcar e melaços no mês de maio, com receita acumulada de R$ 1,16 bilhão. Na média diária, 22 dias úteis, as exportações totalizaram 112,32 mil t/dia, 57,6% maiores do que no mesmo período de 2022 (71,26 mil t/dia).
Em Nova York a quinta-feira foi de baixa nos quatro primeiros lotes do açúcar bruto negociados na ICE Futures. O vencimento julho/23 foi contratado a 24,88 centavos de dólar por libra-peso, desvalorização de 18 pontos no comparativo com os preços do dia anterior. Já a tela outubro/23 recuou 13 pontos, negociada a 24,61 cts/lb. Os demais contratos oscilaram entre baixa de 9 pontos e valorização de 31 pontos na tela maio/25, contratada a 20,39 cts/lb.
Na ICE Futures Europe, em Londres, a quinta-feira foi de baixa nas cotações do açúcar branco nas primeiras cinco telas. O lote de maior liquidez, agosto/23, caiu 6 dólares, negociado a US$ 690,10 a tonelada. Já a tela outubro/23 ficou 5,40 dólares mais barata no comparativo com a véspera, contratada a US$ 681,10 a tonelada. Os demais contratos variaram entre queda de 4 dólares e alta de 4 dólares, no contrato dezembro/24.
No mercado interno a quinta-feira foi de alta nas cotações do açúcar cristal medidas pelo Indicador Cepea/Esalq, da USP. A saca de 50 quilos foi negociada pelas usinas a R$ 150,84 contra R$ 148,73 de quarta-feira, valorização de 1,42% no comparativo.
O etanol também começou o mês de junho valorizado pelo Indicador Diário Paulínia. Ontem, o biocombustível foi negociado pelas usinas a R$ 2.709,00 o m³ contra R$ 2.699,50 o m³ praticado no dia anterior, valorização de 0,35% no comparativo entre os dias.
Fonte: Agência UDOP de Notícias
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