Análise de Mercado

Açúcar: contratos futuros fecham em baixa; Conab eleva projeção de produção no Brasil

Os contratos futuros do açúcar fecharam em baixa em todos os lotes das bolsas internacionais nesta quinta-feira (17)


Publicado em: 18/08/2023 às 10:30hs

Açúcar: contratos futuros fecham em baixa; Conab eleva projeção de produção no Brasil

Ontem, a Conab - Companhia Nacional de Abastecimento soltou um novo relatório onde aponta alta na produção da commodity na safra 2023/24 no Brasil. A alta leva em conta uma melhora na produtividade agrícola em razão das condições climáticas favoráveis nas principais regiões produtoras do Brasil.

Pela nova projeção da Conab, a estimativa da safra de cana-de-açúcar nesta safra subiu para 652,9 milhões de toneladas, alta de 6,9% comparada com o ciclo anterior. A produção de açúcar, pela nova estimativa, subiu para 40,9 milhões de toneladas, 11,1% maior que a do ano anterior. Já a produção de etanol de cana-de-açúcar deve subir para 27,72 bilhões de litros, alta de 4,5%.

Nova York

Na ICE Futures de Nova York todos os lotes fecharam a quinta-feira em baixa. O lote outubro/23 foi contratado ontem a 24,00 centavos de dólar por libra-peso, queda de 19 pontos no comparativo com a véspera. Já a tela março/24 foi contratada a 24,26 cts/lb, desvalorização de 16 pontos. Os demais contratos caíram entre 5 e 11 pontos.

Londres

Em Londres o açúcar branco também fechou em baixa em todos os lotes ontem. O vencimento outubro/23 foi contratado nesta quinta a US$ 694,80 a tonelada, desvalorização de 6,80 dólares. Já o lote dezembro/23 fechou em baixa de 3,50 dólares, contratado a US$ 679,90 a tonelada. Os demais lotes recuaram entre 90 cents a 3,20 dólares.

Mercado interno

No mercado doméstico a quinta-feira foi de alta nas cotações do açúcar cristal pelo Indicador Cepea/Esalq, da USP. Ontem, a saca de 50 quilos foi comercializada pelas usinas a R$ 133,50 contra R$ 133,07 de quarta-feira, valorização de 0,32%.

Etanol hidratado

O etanol hidratado, por sua vez, fechou em alta ontem, comercializado, pelo Indicador Diário Paulínia, a R$ 2.328,50 o m³ valorização de 0,06% no comparativo com a véspera. Esta foi a quarta alta consecutiva do indicador.

Fonte: Agência UDOP de Notícias

◄ Leia outras notícias
/* */ --