Publicado em: 20/09/2023 às 10:30hs
"O mercado continua sustentado por preocupações de que um clima mais seco do que o normal ligado ao El Niño possa reduzir a produção na Índia e na Tailândia, apesar da temporada quase perfeita no Brasil", destacou a Agência Internacional de Notícias.
Em nota divulgada ontem, a CovrigAnalytics destacou: "parece que os números da Unica [União da Indústria de Cana-de-açúcar e Bioenergia] não importam mais. Apesar de um grande volume adicionado, os fundos e parte do comércio conseguem empurrar os preços para cima".
O contrato outubro/23 do açúcar bruto fechou ontem na ICE de NY a 27,44 centavos de dólar por libra-peso, valorização de 33 pontos, ou 1,2%, no comparativo com a véspera. Durante a sessão o contrato chegou a bater a máxima de outubro de 2011 de 27,62 cts/lb. Os demais contratos da ICE oscilaram entre alta de 2 a 36 pontos
Em Londres a terça-feira também foi de alta nas cotações do açúcar branco negociadas na ICE Futures Europe. O lote outubro/23 foi contratado a US$ 740,00 a tonelada, valorização de 4,10 dólares no comparativo com os preços do dia anterior. Os demais contratos oscilaram para cima entre 1,40 e 6 dólares, com exceção do lote maio/25 que fechou desvalorizado em 5,50 dólares.
No mercado interno a terça-feira foi de alta nas cotações do açúcar cristal medidas pelo Indicador Cepea/Esalq, da USP. A saca de 50 quilos foi negociada pelas usinas a R$ 151,83 contra R$ 151,51 de segunda-feira, valorização de 0,21% no comparativo. No acumulado do mês o indicador apresenta alta de 6,97%.
Já o etanol hidratado registrou o segundo dia seguido de queda pelo Indicador Diário Paulínia nesta terça-feira. O biocombustível foi negociado pelas usinas ontem a R$ 2.288,50 o m³, contra R$ 2.300,00 o m³ praticado na segunda-feira, desvalorização de 0,50% no comparativo.
Fonte: Agência UDOP de Notícias
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