Análise de Mercado

Ações da China e Hong Kong caem após dados de inflação

O índice CSI300, que reúne as maiores companhias listadas em Xangai e Shenzhen, recuou 0,35%, enquanto o índice de Xangai perdeu 0,22%. O Índice Hang Seng, de Hong Kong, teve queda de 0,63%


Publicado em: 09/03/2023 às 10:20hs

Ações da China e Hong Kong caem após dados de inflação

As ações da China e de Hong Kong caíram nesta quinta-feira, uma vez que a desaceleração da inflação ao consumidor aponta para uma recuperação econômica fraca, enquanto tensões geopolíticas persistentes reduziram o apetite por risco.

O índice CSI300, que reúne as maiores companhias listadas em Xangai e Shenzhen, recuou 0,35%, enquanto o índice de Xangai perdeu 0,22%. O Índice Hang Seng, de Hong Kong, teve queda de 0,63%.

O índice de preços ao consumidor avançou em fevereiro 1,0% na comparação com o ano anterior, no ritmo mais lento desde fevereiro de 2022, informou a Agência Nacional de Estatísticas.

"O mercado esperava que a inflação ao consumidor caísse, mas caiu muito mais do que o esperado. Isso lança dúvidas sobre a força da recuperação da demanda doméstica", disse Zhiwei Zhang, presidente da Pinpoint Asset Management.

Também afetava o sentimento a afirmação do presidente Xi Jinping na quarta-feira que a China precisa melhorar o uso dos recursos de defesa, como tecnologia, cadeia de oferta e reservas nacionais "para fortalecer seu exército e vencer guerras".

  • Em TÓQUIO, o índice Nikkei avançou 0,63%, a 28.623 pontos.
  • Em HONG KONG, o índice HANG SENG caiu 0,63%, a 19.925 pontos.
  • Em XANGAI, o índice SSEC perdeu 0,22%, a 3.276 pontos.
  • O índice CSI300, que reúne as maiores companhias listadas em XANGAI e SHENZHEN, retrocedeu 0,35%, a 4.019 pontos.
  • Em SEUL, o índice KOSPI teve desvalorização de 0,53%, a 2.419 pontos.
  • Em TAIWAN, o índice TAIEX registrou baixa de 0,30%, a 15.770 pontos.
  • Em CINGAPURA, o índice STRAITS TIMES desvalorizou-se 0,38%, a 3.214 pontos.
  • Em SYDNEY o índice S&P/ASX 200 avançou 0,05%, a 7.311 pontos.

Fonte: Reuters

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