Publicado em: 09/02/2026 às 08:00hs
O agronegócio brasileiro está passando por um momento único. De um lado, há desafios pesados, como margens cada vez mais apertadas, dificuldade de acesso ao crédito e uma cobrança crescente por práticas mais sustentáveis. De outro, a gente vê avanços impressionantes — desde o uso de tecnologias digitais no campo até a consolidação de uma agricultura cada vez mais profissional e conectada. No meio desse cenário, um jogador essencial tem ganhado cada vez mais destaque: a redistribuição agrícola.
Com o forte ritmo de consolidação do sistema de distribuição nos últimos anos era comum ouvir comentários de que a redistribuição perderia espaço devido ao crescimento das grandes redes de revenda. Porém, o resultado foi o oposto. Enquanto as grandes redes focavam em integrações, harmonizações de políticas e otimização da operação, as revendas de menor porte intensificaram o relacionamento com os produtores rurais, sejam agricultores ou pecuaristas. E com isso, a redistribuição ganhou maior protagonismo como ponte entre grandes indústrias e distribuidores de menor porte, levando acesso a soluções técnicas e se mostrando peça-chave para o abastecimento de insumos na cadeira produtiva do agro.
Para quem não é do setor, a redistribuição é, basicamente, o elo entre grandes indústrias, que fornecem defensivos, fertilizantes, sementes e outros insumos, e as milhares de revendas de menor porte espalhadas pelo Brasil. E quando falamos de revendas, estamos falando de um mercado pulverizado: o país tem cerca de 8 mil revendas, muitas delas pequenas, familiares, sem estrutura ou escala para negociar diretamente com as indústrias multinacionais.
A redistribuição resolve essa equação, garantindo que essas revendas tenham acesso a portfólios robustos, crédito e suporte técnico. É o que permite que inovações, como bioinsumos e fertilizantes especiais, cheguem ao produtor rural com agilidade e confiança.
Só para dar uma ideia do tamanho do setor: em 2024, as distribuidoras de insumos movimentaram R$ 167 bilhões, sendo R$ 104 bilhões só com insumos agrícolas, segundo dados da Andav. E dentro desse mercado gigantesco, a redistribuição está crescendo como nunca, democratizando o acesso a tecnologias que antes pareciam fora do alcance de pequenos produtores e revendas.
Mas não é só de boas notícias que vive o setor. A redistribuição, assim como todo o mercado agro, enfrenta desafios que exigem jogo de cintura e bastante estratégia. Entre os principais estão:
Apesar de tudo isso, as perspectivas para o futuro da redistribuição são promissoras. Há muitas oportunidades no radar, e quem souber aproveitá-las vai sair na frente. Aqui estão algumas das principais tendências que já estão mudando o setor:
Mudança do modelo transacional para o consultivo: A redistribuição está deixando de ser apenas um canal de vendas e se transformando em uma solução integrada, oferecendo suporte técnico, crédito e serviços personalizados para atender as necessidades específicas de cada cliente (revenda).
Mais do que vender produtos, o redistribuidor do futuro vai ajudar a construir soluções completas para o agro.
Se tem uma empresa que entendeu esse novo papel da redistribuição, é a Agroessence. Fruto da fusão das marcas Casal e Cultive (que possuíam 18 anos de mercado), em pouco mais de um ano de operação a nova marca Agroessence já se consolidou como uma das principais redistribuidoras do Brasil.
Os números falam por si:
Mas o grande diferencial da Agroessence vai além dos números. Ele está no relacionamento próximo com as revendas — 75% da receita da empresa vem de clientes recorrentes, um índice muito acima da média do setor. Isso é resultado de uma operação que valoriza consistência, credibilidade e um trabalho próximo, tanto com os revendedores quanto com os produtores.
O primeiro ano foi marcado por:
Seja conectando indústrias globais a revendas ou democratizando o acesso à tecnologia, a redistribuição está no centro da transformação do agro brasileiro. Empresas como a Agroessence mostram que é possível transformar desafios em oportunidades, construindo parcerias sólidas e entregando valor em todas as etapas da cadeia.
“Nosso compromisso é democratizar o acesso à tecnologia, com eficiência, parceria e confiança. A redistribuição, mais do que nunca, é uma solução estratégica — e a Agroessence está na linha de frente dessa evolução.”
Com um mercado que promete crescer ainda mais nos próximos anos, a Agroessence está pronta para liderar o futuro da redistribuição, ajudando a construir um agro mais eficiente, sustentável e conectado. Afinal, quando se trata de transformar o campo, é a parceria que faz toda a diferença.
Fonte: Nutrien
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