Mercado Florestal

Klabin registra aumento de receita líquida, Ebitda e volume de vendas no 1º trimestre

Os investimentos no primeiro trimestre deste ano somaram R$ 853 milhões, sendo que R$ 734 milhões foram direcionados à Unidade Puma, nova fábrica de celulose em Ortigueira (PR)


Publicado em: 09/05/2016 às 08:00hs

Klabin registra aumento de receita líquida, Ebitda e volume de vendas no 1º trimestre

A Klabin, maior produtora e exportadora de papéis para embalagem do Brasil e líder em embalagens de papelão ondulado e sacos industriais, registrou o 19º trimestre de crescimento ininterrupto nos resultados, com Ebitda ajustado (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) de R$ 512 milhões, 11% acima do valor obtido no primeiro trimestre do ano anterior. A receita líquida da companhia teve aumento de 12% no primeiro trimestre deste ano comparado ao mesmo período de 2015, alcançando R$ 1,4 bilhão.

A flexibilidade e a competitividade global da linha de produtos da Klabin, aliadas aos aumentos recentes na capacidade de produção da companhia, permitiram crescimento de 4% no volume total de vendas no primeiro trimestre de 2016 em comparação ao mesmo período de 2015, atingindo 455 mil toneladas (sem incluir madeira).

A companhia manteve as suas vendas estáveis no Brasil comparando o primeiro trimestre de 2016 com o mesmo trimestre de 2015, somando 291 mil toneladas. O volume de exportações totalizou 164 mil toneladas no período este ano, crescimento de 13% ante o primeiro trimestre de 2015. A participação das exportações no volume de vendas foi de 36% no primeiro trimestre de 2016 versus 33% no mesmo período do ano passado.

Investimentos

A Klabin investiu R$ 853 milhões no primeiro trimestre de 2016, sendo R$ 80 milhões destinados à continuidade operacional das fábricas, R$ 25 milhões tiveram como destino as operações florestais, R$ 14 milhões foram aplicados em projetos especiais e expansões de capacidade e R$ 734 milhões na Unidade Puma.

Unidade Puma

A nova fábrica de celulose da Klabin, a Unidade Puma, localizada em Ortigueira (PR), iniciou a produção de celulose em março de 2016, atendendo rigorosamente ao planejamento previsto. Com a planta, a companhia inicia uma nova etapa em sua história, avançando em outros mercados e se tornando a única empresa brasileira a fornecer, simultaneamente, celuloses branqueadas de fibra curta, de fibra longa e fluff produzidas em uma fábrica inteiramente projetada para essa finalidade.

A capacidade de produção da Unidade Puma é de 1,5 milhão de toneladas de celulose, dos quais 1,1 milhão de celulose branqueada de fibra curta (eucalipto) e 400 mil de celulose branqueada de fibra longa (pínus), parte convertida em celulose fluff.

Fonte: Painel Florestal

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