Publicado em: 01/10/2015 às 11:20hs
Só nesta semana, o reajuste acumulado já chega a 12,7% ou a 157 reais por metro cúbico. Esse valor corresponde a negócios feitos no atacado; é uma média das vendas de usinas para distribuidoras de combustíveis, corretores e demais operadores do mercado físico, independente de onde estejam, mas que destinem o etanol para bases de distribuição de Paulínia (SP) ou de sua influência.
Conforme levantamentos do Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada), da Esalq/USP, o principal motivo é o aumento do preço da gasolina, que funciona como teto para o etanol. Em média, o biocombustível é competitivo quando seu preço fica em até 70% do valor da gasolina nos postos varejistas. Outro fator de alta são as chuvas no Centro-Sul, que interrompem a colheita da cana-de-açúcar e, com isso, usinas tendem a limitar também a oferta de etanol e açúcar para o mercado spot.
Detalhes sobre a metodologia do Indicador ESALQ/BM&FBovespa posto Paulínia:
http://cepea.esalq.usp.br/etanol/?page=853
Fonte: CEPEA
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