Publicado em: 09/02/2026 às 10:55hs
Os mercados financeiros globais operam em clima mais positivo nesta segunda-feira (9), refletindo uma recuperação consistente nos principais índices dos Estados Unidos na última sexta-feira. O otimismo entre investidores foi impulsionado pela forte alta das ações de tecnologia e pela estabilização do bitcoin, fatores que reacenderam o apetite por risco no cenário internacional.
Os índices de Wall Street encerraram a última sessão em forte valorização. O Dow Jones Industrial Average ultrapassou a marca de 50.000 pontos, com ganho de cerca de 2,5%, enquanto o S&P 500 subiu 2% e o Nasdaq Composite avançou mais de 2%.
Esses movimentos foram liderados principalmente pelas ações do setor de tecnologia e pela recuperação do mercado de criptoativos. O desempenho positivo reduziu o pessimismo dos investidores e influenciou diretamente as bolsas na abertura desta segunda-feira.
As bolsas europeias abriram a semana acompanhando o sentimento otimista global.
O movimento é impulsionado pelo bom desempenho dos EUA e pela expectativa de estabilidade monetária, reforçando o cenário de recuperação gradual.
As bolsas asiáticas tiveram um dia de forte recuperação, refletindo o otimismo vindo dos EUA e acontecimentos políticos regionais.
Analistas apontam que a recente correção — que derrubou as ações chinesas em mais de 4% desde o fim de janeiro — pode ter chegado ao fim, o que levou investidores a manterem suas posições antes do feriado do Ano Novo Lunar.
No Brasil, o Ibovespa acompanha o movimento global de recuperação. O principal índice da B3 registra valorização moderada, superando a marca dos 182 mil pontos no início desta semana.
A melhora no cenário externo e a expectativa de estabilidade da taxa Selic sustentam o avanço das ações brasileiras, especialmente nos setores financeiro e de commodities.
Os próximos dias prometem volatilidade nos mercados globais, com os investidores atentos a dois indicadores cruciais dos Estados Unidos:
Esses dados serão determinantes para entender os próximos passos do Federal Reserve (Fed) em relação à política de juros, podendo redefinir o ritmo de cortes ou ajustes na taxa básica.
Fonte: Portal do Agronegócio
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