Publicado em: 25/03/2026 às 11:02hs
O mercado financeiro brasileiro iniciou esta quarta-feira (25) com movimentos moderados, refletindo um cenário internacional mais favorável e fatores domésticos no radar dos investidores. O dólar registra queda frente ao real, enquanto o mercado acionário apresenta leve valorização.
O dólar abriu o dia em baixa no Brasil, acompanhando o movimento global de enfraquecimento da moeda norte-americana frente a divisas de países emergentes. O cenário externo ganhou tração após declarações do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, indicando progresso nas negociações com o Irã, o que contribui para a redução das tensões geopolíticas e favorece ativos de maior risco.
Por volta das 9h13, o dólar à vista recuava 0,69%, cotado a R$ 5,2189. Já próximo das 10h20, a moeda diminuía o ritmo de queda, registrando baixa de 0,29%, a R$ 5,2379.
No mercado futuro, o contrato de dólar para abril — o mais negociado na B3 — apresentava queda de 0,35%, cotado a R$ 5,2240.
Na sessão anterior, o dólar havia encerrado com alta de aproximadamente 0,25%, próximo a R$ 5,25.
O Ibovespa, principal indicador do mercado acionário nacional, registrava leve valorização na manhã desta quarta-feira. Por volta das 10h20, o índice subia 0,02%, aos 182.552 pontos.
Na sessão anterior, o Ibovespa fechou em alta de 0,35%, aos 182.561 pontos, refletindo maior apetite por risco no mercado.
No ambiente externo, o possível avanço nas negociações entre Estados Unidos e Irã contribui para reduzir a aversão ao risco global, impactando positivamente moedas de países emergentes, como o real.
No cenário interno, os investidores também acompanham o noticiário político, incluindo a divulgação de novas pesquisas eleitorais, que podem influenciar as expectativas econômicas e o comportamento dos ativos financeiros.
Desempenho acumulado dos ativos
A tendência para o mercado ao longo do dia segue atrelada ao noticiário internacional, especialmente às negociações geopolíticas, além de indicadores econômicos e do cenário político doméstico.
A combinação de menor aversão ao risco global com o monitoramento do ambiente interno deve continuar direcionando os negócios no curto prazo, com possíveis oscilações no câmbio e no mercado acionário brasileiro.
Fonte: Portal do Agronegócio
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