Internacional

Perspectivas econômicas globais: OCDE prevê crescimento do PIB Mundial de 2,9% em 2023 e 2,7% em 2024

A Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) divulgou hoje (28) seu relatório anual Economic Outlook, analisando as projeções para o crescimento da economia mundial. Segundo o documento, o Produto Interno Bruto (PIB) global é estimado para crescer 2,9% em 2023 e 2,7% em 2024


Publicado em: 29/11/2023 às 11:30hs

Perspectivas econômicas globais: OCDE prevê crescimento do PIB Mundial de 2,9% em 2023 e 2,7% em 2024

O relatório destaca que, embora o crescimento do PIB em 2023 tenha superado as expectativas até o momento, está se moderando devido ao impacto das condições financeiras mais restritivas, ao fraco crescimento do comércio e à diminuição da confiança empresarial e do consumidor. A OCDE identifica fatores como as condições financeiras restritivas, o aumento das taxas de juros reais, a desaceleração em setores sensíveis aos juros, como mercados imobiliários, e a crescente incerteza decorrente de tensões geopolíticas como elementos que contribuem para essa desaceleração.

Apesar do declínio na tendência de crescimento, a OCDE prevê que as taxas de juros permanecerão em níveis elevados. Segundo a organização, "a política monetária precisa permanecer restritiva até que haja sinais claros de que a inflação subjacente se reduziu de forma duradoura, com as expectativas de inflação se moderando ainda mais e haja um reequilíbrio da oferta e procura nos mercados de trabalho e de produtos".

Em relação a outras economias, as projeções da OCDE indicam que o PIB dos EUA deverá crescer 2,4% em 2023 e 1,5% em 2024. No Reino Unido, o crescimento estimado é de 0,5% em 2023 e 0,7% em 2024; na zona do euro, espera-se um crescimento de 0,6% em 2023 e 0,9% em 2024; no Japão, prevê-se um crescimento de 1,7% em 2023 e 1% em 2024; na Alemanha, estima-se uma queda de -0,1% em 2023 e um crescimento de 0,6% em 2024; e na China, projeções apontam para um crescimento de 5,2% em 2023 e 4,7% em 2024.

Fonte: Portal do Agronegócio

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