Brasil

Novos números do PIB Agropecuário Mineiro

A Fundação João Pinheiro (FJP), por meio do Centro de Estatística e Informações (CEI), apresentou hoje os resultados comentados do Produto Interno Bruto (PIB) de Minas Gerais para o segundo trimestre de 2015 (de abril a junho)


Publicado em: 09/09/2015 às 10:20hs

Novos números do PIB Agropecuário Mineiro

A agropecuária do estado obteve um crescimento de 3,4% em relação ao trimestre anterior, sendo que outras atividades ficaram nos mesmos patamares ou tiveram redução.

Em função tanto da sua forte exposição a fatores climáticos quanto de significativas variações nos preços dos tratos culturais e dos insumos que compõem o consumo intermediário da atividade, a produção da agropecuária está sujeita a acentuadas oscilações no curto prazo. No segundo trimestre de 2015 houve variação positiva real de valor adicionado pela agropecuária mineira, de 3,4% em relação ao trimestre imediatamente anterior.

Entre os meses de abril e junho de 2015, porém, mesmo com a permanência do cenário desfavorável nas economias mineira e brasileira, a retração do nível de atividade econômica no estado foi mais amena do que a observada para a economia nacional: o PIB geral de Minas Gerais recuou 1,5% no 2° trimestre de 2015 em relação ao trimestre anterior e, no mesmo período, o PIB brasileiro retraiu 1,9% (série dessazonalizada).

Em boa medida, este resultado refletiu desempenhos divergentes do produto agropecuário no estado e no país. No 2º trimestre de 2015 o volume de valor adicionado pelo setor agropecuário mineiro cresceu 3,4% em comparação com o trimestre imediatamente anterior, enquanto no país houve retração de 2,7%. A performance da cafeicultura mineira, sobretudo na região da Zona da Mata, foi determinante para o resultado positivo do setor.

No Brasil, ao contrário, após o resultado positivo no primeiro trimestre do ano, o volume agregado pelo setor agropecuário recuou -2,7% no segundo trimestre na análise da série com ajuste sazonal. O PIB trimestral de Minas Gerais é calculado pela Fundação João Pinheiro com metodologia própria, desenvolvida segundo as recomendações adotadas pelo IBGE nas Contas Nacionais e Regionais do Brasil.

Fonte: SEAPA MG

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