Publicado em: 27/02/2026 às 10:50hs
O dólar comercial começou o dia em alta no Brasil nesta sexta-feira (27) enquanto o mercado financeiro segue atento à prévia da inflação brasileira e a indicadores econômicos dos Estados Unidos, segundo dados atualizados nesta manhã. Investidores monitoram também a formação da Ptax e os impactos de dados internos e externos sobre ativos e câmbio.
O dólar abriu em leve alta nesta sexta, com a moeda americana sendo negociada próximo a R$ 5,146 na venda, movimento ligado à reação do mercado à inflação medida pelo IPCA‑15 acima do esperado.
Dados de contratos futuros na BM&F mostram o dólar comercial para março com variação positiva, refletindo sentimento cauteloso entre os agentes econômicos.
Indicadores cambiais atuais:
O comportamento da moeda nos mercados locais está alinhado com o movimento global de ativos, influenciado por inflação mais forte e expectativa de formação da Ptax no fim do mês.
A moeda americana apresenta variações nos principais períodos do ano:
Estes números refletem a trajetória recente do real frente ao dólar, que tem oscilado em resposta aos fluxos cambiais e à percepção de risco global. (dados baseados em cotação recente)
O principal índice da bolsa brasileira Ibovespa abriu negociando perto de 191 mil pontos, após uma leve correção e desempenho misto na sessão anterior. O índice permanece influenciado por indicadores econômicos dos EUA, como dados de inflação ao produtor e ordens de bens duráveis, além de balanços corporativos locais.
Indicadores da bolsa:
O balanço reflete recuperação consistente dos ativos brasileiros este ano, com o índice buscando manter níveis elevados apesar de flutuações diárias.
Analistas destacam que a inflação interna medida pelo IPCA‑15 acima do esperado e a disputa pela formação da Ptax influenciam diretamente o dólar. Além disso, indicadores econômicos dos Estados Unidos — incluindo expectativas de gasto pessoal e dados de produção — estão moldando o apetite global por risco.
Outros pontos de atenção incluem dados de inflação ao produtor nos EUA e notícias corporativas, que podem impactar a liquidez e o comportamento dos investidores no curto prazo.
Fonte: Portal do Agronegócio
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