Publicado em: 16/10/2024 às 11:00hs
As condições climáticas desfavoráveis, aliadas ao risco de uma possível quebra de safra, continuam influenciando as cotações do açúcar no mercado internacional. Na terça-feira (15), a commodity encerrou o dia em alta, após um início de sessão marcado pela queda nos preços do petróleo.
Na ICE Futures de Nova York, o contrato do açúcar bruto com vencimento para março de 2025 foi negociado a 22,82 centavos de dólar por libra-peso, registrando um aumento de 43 pontos, ou 1,9%, em relação ao preço do dia anterior.
Além do cenário climático, o mercado também reage às previsões mais pessimistas da Wilmar International, que, na última segunda-feira, revisou para baixo suas estimativas de produção de açúcar no Brasil para a atual temporada. A empresa alertou que "os rendimentos agrícolas e a qualidade da cana estão caindo rapidamente devido à seca e aos incêndios".
Em Londres, o mercado seguiu a mesma tendência de valorização. O contrato do açúcar branco, com vencimento em dezembro de 2024, foi fechado a US$ 577,70 por tonelada, uma alta de 0,4% em comparação ao dia anterior.
No mercado interno, a terça-feira também registrou alta nas cotações do açúcar cristal, segundo o Indicador Cepea/Esalq, da USP. As usinas negociaram a saca de 50 quilos a R$ 151,64, uma valorização de 0,86% em relação aos R$ 150,35 registrados na segunda-feira.
O etanol hidratado, por sua vez, manteve sua trajetória de alta, registrando o nono aumento consecutivo. De acordo com o Indicador Diário Paulínia, o biocombustível foi comercializado na terça-feira a R$ 2.686,50 por metro cúbico, frente aos R$ 2.684,50 do dia anterior, uma elevação de 0,07%.
Fonte: Portal do Agronegócio
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