Publicado em: 07/06/2016 às 11:20hs
As fortes chuvas acima das médias históricas que assolam várias regiões do Centro-Sul do Brasil continuam pressionando os preços do açúcar e do etanol nos mercados interno e externo. Isso porque, segundo analistas, muitas usinas já estão contabilizando prejuízos com as interrupções seguidas da moagem, pois o sistema de colheita fica parado quando o solo está muito úmido e há risco de pisoteio de soqueiras.
Ontem (6) os preços do açúcar iniciaram a semana em Nova York com ligeira alta, mantendo a trajetória de valorização. No vencimento julho/16 a commodity foi vendida a 18,78 centavos de dólar por libra-peso, alta de três pontos no comparativo com a véspera. As demais telas subiram entre sete e 16 pontos.
Em Londres os preços também fecharam em alta em todas as telas. No vencimento agosto/16, a commodity fechou em US$ 507,70 a tonelada, 40 centavos de dólar a mais que os preços praticados na sexta-feira (3). Os demais vencimentos se valorizaram entre 1,50 dólar a 3,20 dólares.
Mercado doméstico
O mercado doméstico fechou pela oitava sessão em alta, segundo índices do Cepea/Esalq, da USP. A saca de 50 quilos do tipo cristal foi vendida ontem a R$ 79,85, alta de 1,08% no comparativo com os preços de sexta-feira (3).
Etanol hidratado
O etanol hidratado, medido pela Esalq/BVMF também fechou em alta ontem. O metro cúbico do biocombustível foi comercializado a R$ 1.495,50, valorização de 1,29% no comparativo com o dia anterior. Este foi o décimo dia seguido de alta dos preços do etanol, pelo Indicador Diário de Paulínia.
Fonte: Agência UDOP de Notícias
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