Setor Sucroalcooleiro

Açúcar tem Alta nos Contratos Futuros Impulsionada pela Colheita no Brasil

Crescimento impulsionado por resultados agrícolas no país


Publicado em: 01/07/2024 às 11:00hs

Açúcar tem Alta nos Contratos Futuros Impulsionada pela Colheita no Brasil

Os contratos futuros do açúcar fecharam a última semana em alta nas bolsas internacionais. Em Nova York, na ICE Futures, o açúcar bruto apresentou valorização em todos os lotes na última sexta-feira (28), atingindo a maior cotação em dois meses e meio durante o pregão.

O contrato para julho/24, que expirou na sexta-feira, foi negociado a 20,31 centavos de dólar por libra-peso, um aumento de 19 pontos em relação ao dia anterior. Já o contrato para outubro/24 subiu 9 pontos, ou 0,4%, sendo negociado a 20,30 centavos por libra-peso. Os demais contratos registraram altas entre 10 e 15 pontos.

De acordo com a Reuters, "as entregas no vencimento do contrato de julho foram estimadas em cerca de 21.200 lotes, ou quase 1,1 milhão de toneladas métricas, segundo informações preliminares dos traders na sexta-feira". A produção de açúcar no Brasil e a moagem de cana-de-açúcar superaram as expectativas na primeira metade de junho, conforme reportado pela associação industrial Unica. "O açúcar tem sido impulsionado recentemente pelos resultados decepcionantes da colheita no Brasil, o maior produtor", finalizou a agência internacional de notícias.

Londres

Em Londres, na ICE Futures Europe, a sexta-feira também foi de valorização em todos os lotes do açúcar branco. O contrato para agosto/24 foi negociado a US$ 598,40 por tonelada, um aumento de US$ 13,30, ou 2,3%, em relação aos preços da véspera. O contrato para outubro/24 subiu US$ 10,60, sendo negociado a US$ 574,30 por tonelada. Os demais vencimentos apresentaram altas entre US$ 2,50 e US$ 9,40.

Mercado Doméstico

No mercado interno, a sexta-feira marcou o quarto dia consecutivo de queda nas cotações do açúcar cristal, conforme medido pelo Indicador Cepea/Esalq, da USP. A saca de 50 quilos foi negociada pelas usinas a R$ 132,86, contra R$ 133,23 na quinta-feira, uma desvalorização de 0,28%. No acumulado de junho, o indicador registrou uma perda de 2,17%.

Fonte: Portal do Agronegócio

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