Publicado em: 14/06/2023 às 10:30hs
A depreciação ocorreu após o anúncio de uma produção 25% maior da commodity na segunda quinzena de maio no maior produtor mundial: o Brasil, diminuindo, assim, "as preocupações com a escassez de suprimentos".
"A produção de açúcar no centro-sul do Brasil na segunda quinzena de maio totalizou 2,9 milhões de toneladas, um aumento de 25,2% em relação ao mesmo período do ano anterior", noticiou a Reuters nesta terça-feira com base no relatório do balanço de safra expedido pela Unica -- União da Indústria de Cana-de-açúcar e Bioenergia.
Na ICE Futures de Nova York, o açúcar bruto foi contratado, lote julho/23, a 25,16 centavos de dólar por libra-peso, recuo de 31 pontos no comparativo com os preços praticados na véspera. Já a tela outubro/23 caiu 38 pontos, contratada a 24,77 cts/lb. Os demais lotes fecharam no vermelho entre 8 e 36 pontos.
Em Londres a terça-feira também foi de baixa em todos os lotes do açúcar branco negociados na ICE Futures Europe. A tela agosto/23 foi contratada ontem a US$ 680,00 a tonelada, desvalorização de 4,60 dólares no comparativo com os preços do dia anterior. Já o lote outubro/23 caiu 5,50 dólares, negociado a US$ 675,10 a tonelada. Os demais contratos caíram entre 4,30 e 6,90 dólares.
Terça-feira também de queda nas cotações do açúcar cristal medidas pelo Indicador Cepea/Esalq, da USP. A saca de 50 quilos foi negociada ontem a R$ 145,81 contra R$ 147,91 de segunda-feira, desvalorização de 1,42% no comparativo entre os dias. No mês o indicador acumula baixa de 1,96%.
Já o etanol hidratado voltou a subir pelo Indicador Diário Paulínia ontem. O biocombustível foi negociado pelas usinas a R$ 2.638,50 o m³, contra R$ 2.633,50 o m³ praticado na segunda-feira, valorização de 0,19% no comparativo. No mês o indicador acumula baixa de 2,26%.
Fonte: Agência UDOP de Notícias
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