Setor Sucroalcooleiro

Açúcar Fecha em Alta em Todas as Bolsas Internacionais

Preço do Açúcar Sobe com Preocupações Climáticas e Oferta Limitada


Publicado em: 29/05/2024 às 11:00hs

Açúcar Fecha em Alta em Todas as Bolsas Internacionais

Na terça-feira (28), os contratos futuros de açúcar registraram alta em todas as bolsas internacionais, recuperando parte das perdas acumuladas nas últimas semanas. A expectativa é que o tempo seco nas principais regiões produtoras do Brasil continue sustentando os preços no patamar atual, embora ainda abaixo da média dos últimos meses.

Apesar da valorização, o ritmo atual de moagem preocupa os analistas para o último trimestre de 2024. A previsão é de que muitas usinas enfrentarão falta de cana, possivelmente antecipando o fim da temporada de moagem.

Nova York

Na ICE Futures de Nova York, o contrato de açúcar bruto para julho de 2024 foi negociado a 18,73 centavos de dólar por libra-peso, uma valorização de 32 pontos em relação à sessão anterior. O contrato para outubro de 2024 fechou a 18,70 centavos por libra-peso, com alta de 31 pontos. Os demais contratos subiram entre 25 e 28 pontos.

Londres

Na ICE Futures Europe de Londres, o açúcar branco também registrou ganhos em todos os vencimentos. O contrato para agosto de 2024 foi negociado a US$ 553,50 por tonelada, um aumento de US$ 7,60 em relação ao dia anterior. Já o contrato para outubro de 2024 foi fechado a US$ 531,30 por tonelada, com uma valorização de US$ 7,10. Os demais vencimentos subiram entre US$ 4,20 e US$ 6,80.

Mercado Doméstico

No mercado interno brasileiro, a terça-feira foi de queda nas cotações do açúcar cristal, segundo o Indicador Cepea/Esalq, da USP. Esta foi a terceira queda consecutiva do indicador. A saca de 50 quilos foi negociada pelas usinas a R$ 136,55, uma desvalorização de 0,54% em relação aos R$ 137,29 registrados na segunda-feira.

Etanol Hidratado

Já o etanol hidratado manteve-se em alta conforme o Indicador Diário Paulínia. Na terça-feira, o biocombustível foi negociado a R$ 2.430,00 por metro cúbico, comparado aos R$ 2.381,00 por metro cúbico da segunda-feira, representando uma valorização de 2,06%. Com isso, a perda acumulada em maio foi reduzida para 0,88%.

Fonte: Portal do Agronegócio

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