Publicado em: 02/09/2015 às 15:00hs
No sistema de cria, Diede explica que há necessidade de entender a genética mais indicada para atender a demanda dos clientes de carne. O foco não pode ser pela raça ideal, mas sim pelo indivíduo mais adequado. A intenção é determinar o animal que melhor se encaixa no projeto. Dessa forma é preciso se atentar ao Frame bovino (tamanho/estrutura do bovino), bem como saber escolher o animal adequado para ter êxito.
Outra ferramenta pouco explorada é a suplementação de qualidade para um melhor desempenho do animal. “Não basta ter conhecimento de produção bovina, saber o que deve ser feito e usado, se não houver entendimento das melhores tecnologias disponíveis para cada desafio”, fala Diede.
A suplementação com aditivos melhoradores de desempenho, como a Virginiamicina é uma das tecnologias aplicáveis ao sistema de cria que melhoram o escore corporal da vaca aumentando os índices de prenhez, diminuem o intervalo entre partos, geram mais bezerros com maior peso, consequentemente, melhoram todo o sistema produtivo da cria.
“As ferramentas tecnológicas estão disponíveis e tem resultados comprovados, deve-se apenas tomar o cuidado para que esse importante passo rumo à adoção de melhores resultados passe sempre por uma análise estratégica que definirá prioridades e necessidades específicas para cada produtor”, analisa Diede.
O SIMPECC-SUL acontece nos dias 27 e 28 de agosto de 2015 e abordará temas ligados à nutrição, sanidade e mercado da carne bovina, com estimativa de público de 300 pessoas, dentre as quais estão produtores rurais, professores, pós-graduandos e graduandos de medicina veterinária, agronomia e zootecnia de diversas universidades do Brasil.
Fonte: TEXTO COMUNICAÇÃO CORPORATIVA
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