Publicado em: 13/07/2015 às 09:00hs
A unidade, que deverá ser instalada entre os municípios de Carapó e Dourados, será a terceira indústria de soja da cooperativa. O local abrigará um entreposto para o recebimento da mercadoria, uma planta para esmagamento e outra para refinamento de óleo para uso doméstico.
Localização - "Recebemos um grande volume de soja no Estado e a região tem boa localização para o escoamento", afirma José Aroldo Gallassini, presidente da Coamo. Os produtos acabados, segundo o executivo, serão destinados a São Paulo e o óleo bruto e o farelo transportados para o porto de Paranaguá, onde a cooperativa tem um terminal marítimo.
Produção - A previsão é que sejam esmagadas cerca de 3.000 toneladas dos grãos por dia, a mesma capacidade da planta de Campo Mourão, que é, até então, a maior esmagadora de soja da cooperativa. A unidade de Paranaguá, por sua vez, esmaga 2.000 toneladas por dia. "Em Mato Grosso do Sul, os cooperados têm porte médio superior aos do Paraná, com [propriedades com] áreas de 600 a 1.500 hectares, por exemplo", diz Gallassini.
Emprego - Serão gerados entre 100 e 150 empregos. "Não são muitos, pois a unidade será muito moderna e automatizada, mas teremos funcionários principalmente no recebimento de grãos." A Coamo estima fechar este ano com um faturamento entre R$ 9 bilhões e R$ 9,5 bilhões. Em 2014, faturou cerca de R$ 8,7 bilhões.
Fonte: Folha de S. Paulo
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