Publicado em: 25/02/2026 às 15:00hs
A produção de arroz no Brasil segue em expansão, com foco em eficiência e redução de custos. Segundo a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), a safra 2025/2026 deve abranger 1,6 milhão de hectares e gerar aproximadamente 11,1 milhões de toneladas, atendendo ao consumo médio anual de 10,5 milhões de toneladas. O cereal mantém-se como um dos principais itens da alimentação nacional, exigindo operações precisas devido a solos úmidos e janelas curtas de plantio e colheita.
Para atender às demandas do cultivo em áreas alagadas, a Massey Ferguson oferece tratores, plantadeiras e colheitadeiras projetados para o arroz irrigado.
Segundo Lucas Zanetti, gerente de marketing de produtos da Massey Ferguson, “a mecanização adaptada passou a ser uma decisão estratégica para produtores, diante de áreas de alta exigência operacional e variações climáticas”.
O portfólio da Massey Ferguson inclui modelos com diferentes potências, como a série MF 7700 Dyna 6, que vai do MF7718, com 180 cv, até o MF7725, com 250 cv, voltado para operações intensivas.
Um diferencial importante é o uso de pneus R2, cujas garras mais profundas proporcionam menor patinagem e melhor desempenho em solos alagados, garantindo maior regularidade durante a safra, explica Zanetti.
A plantadeira MF 300 permite compactação adequada do solo, favorecendo a emergência uniforme das plantas, mesmo em alta umidade. Pneus de alta flutuação distribuem melhor o peso da máquina, reduzindo a pressão no solo.
Além disso, reservatórios de sementes e fertilizantes de alta capacidade e divisórias móveis possibilitam ajustes rápidos na proporção de insumos, aumentando a flexibilidade e eficiência do manejo.
Na colheita, as colheitadeiras híbridas combinam sistemas convencional e axial, garantindo eficiência na trilha, separação e limpeza, com baixos índices de perdas e quebra de grãos. Os modelos MF 4690 HD, MF 5690 HD e MF 6690 HD atendem diferentes escalas de produção, adaptando-se às exigências operacionais do arroz irrigado.
O uso de tecnologias embarcadas, como sistemas de piloto automático integrados aos tratores, permite maior precisão e alinhamento das passadas, reduzindo sobreposição e otimizando o uso de insumos.
Zanetti destaca que a combinação de máquinas adequadas e tecnologias inteligentes contribui para a eficiência operacional, sustentabilidade e previsibilidade dos resultados na produção de arroz no país.
Fonte: Portal do Agronegócio
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