Publicado em: 03/08/2015 às 16:15hs
A AGCO, fabricante de máquinas agrícolas, reportou lucro líquido de US$ 107,1 milhões (US$ 1,22 por ação) no segundo trimestre de 2015, uma retração de 36,3% ante os US$ 168,2 milhões (US$ 1,79 por ação) registrados em igual período do ano passado. A receita da companhia apresentou queda de 24,8% na comparação anual, para US$ 2,069 bilhões. Excluindo o impacto das oscilações do câmbio, a receita apresentou queda de 10,9% no segundo trimestre do ano.
Em sua divulgação de resultados, a companhia aponta que conseguiu reduzir os estoques e as despesas. "O destaque do trimestre foi o sucesso na redução das nossas despesas e dos estoques. Ao reduzirmos as horas de produção em aproximadamente 22% na comparação com o segundo trimestre de 2014, o nível de nossos estoques em junho de 2015 era substancialmente menor que a posição em junho do ano passado", afirmou Martin Richenhagen, presidente e chefe-executivo da AGCO. Entretanto, ele lembrou que o resultado teve impacto da menor demanda global por máquinas agrícolas e pelas oscilações cambiais.
Na América do Sul, as vendas recuaram 36,3%, para US$ 280,3 milhões, sendo que o câmbio teve reflexo negativo de 22,1% no período, segundo a empresa. "O recuo das vendas no Brasil foi parcialmente compensado pelo crescimento na Argentina e em outros mercados da região", apontou a AGCO. No Brasil, a menor demanda foi resultado da fraqueza do mercado de açúcar e de mudanças no programa de financiamento do governo, além do fraco desempenho geral da economia, afirmou Richenhagen.
A AGCO, fabricante de máquinas agrícolas, reportou lucro líquido de US$ 107,1 milhões (US$ 1,22 por ação) no segundo trimestre de 2015, uma retração de 36,3% ante os US$ 168,2 milhões (US$ 1,79 por ação) registrados em igual período do ano passado. A receita da companhia apresentou queda de 24,8% na comparação anual, para US$ 2,069 bilhões. Excluindo o impacto das oscilações do câmbio, a receita apresentou queda de 10,9% no segundo trimestre do ano.
Em sua divulgação de resultados, a companhia aponta que conseguiu reduzir os estoques e as despesas. "O destaque do trimestre foi o sucesso na redução das nossas despesas e dos estoques. Ao reduzirmos as horas de produção em aproximadamente 22% na comparação com o segundo trimestre de 2014, o nível de nossos estoques em junho de 2015 era substancialmente menor que a posição em junho do ano passado", afirmou Martin Richenhagen, presidente e chefe-executivo da AGCO. Entretanto, ele lembrou que o resultado teve impacto da menor demanda global por máquinas agrícolas e pelas oscilações cambiais.
Na América do Sul, as vendas recuaram 36,3%, para US$ 280,3 milhões, sendo que o câmbio teve reflexo negativo de 22,1% no período, segundo a empresa. "O recuo das vendas no Brasil foi parcialmente compensado pelo crescimento na Argentina e em outros mercados da região", apontou a AGCO. No Brasil, a menor demanda foi resultado da fraqueza do mercado de açúcar e de mudanças no programa de financiamento do governo, além do fraco desempenho geral da economia, afirmou Richenhagen.
Fonte: Estadão Conteúdo
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