Publicado em: 31/08/2023 às 12:50hs
Como, normalmente, o USDA exclui essa delicatéssen de seus levantamentos sobre a carne de frango, conclui-se que, na realidade, as importações chinesas alcançam, no mínimo, o dobro do volume apontado nas estatísticas do USDA.
Em 2023, a importação desse item deve ficar aquém das 600 mil toneladas. É também o USDA quem sinaliza nessa direção ao informar que o volume importado no primeiro semestre do ano recuou 12% em relação ao mesmo período de 2022, ficando abaixo das 300 mil toneladas.
Uma vez que a relação entre os dois países não vem sendo das melhores, quem mais perdeu com essa redução foram os EUA. Pois, frente à queda de 12% no volume total importado, as remessas norte-americanas recuaram perto de 50%.
Não há números específicos a respeito, mas tudo indica que o maior beneficiário dessa queda de participação foi Belarus, cuja participação no primeiro semestre deste ano mais do que dobrou em relação ao total de 2022.
Mas o Brasil – que durante anos foi o principal fornecedor desse item ao mercado chinês, posição que perdeu nos últimos três anos com o acordo comercial firmado entre China e EUA no final de 2019 – não ficou atrás: nos seis primeiros meses deste ano voltou a ser o exportador líder, respondendo por 30% do total importado pela China.
Fonte: AviSite
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