Frigoríficos e Abatedouros

Brasil está cada vez mais presente no mercado mundial da carne bovina

Segundo Alic, país exerce influência expressiva na relação de oferta e procura


Publicado em: 15/12/2015 às 18:15hs

Brasil está cada vez mais presente no mercado mundial da carne bovina

Com a reabertura do mercado Japonês à carne bovina processada do Brasil, a Alic (Agriculture & Livestock Industries Corporation), quer ampliar a relação entre os países a fim de conhecer a realidade e a perspectiva da produção da carne bovina brasileira.

Em outubro o Brasil integrou a Aliança Internacional dos Produtores de Carne Bovina (International Beef Alliance – IBA), representado pela Acrimat (Associação de Criadores de Mato Grosso) e pela Assocon. Segundo a Alic, o Brasil está cada vez mais presente no mercado mundial da carne bovina e exerce influência expressiva na relação de oferta e procura. Ainda considerando a pesquisa realizada por eles em setembro de 2015, que aponta estagnação da produção na Austrália e nos USA, que são os principais exportadores, e uma tendência da criação de gado confinado no Brasil, a ideia é uma fazer um novo levantamento que apresente os sistemas de produção e exportação de carne bovina utilizados, o fluxo de exportação – capacidade logística, condições exigidas por países de destino – como é o caso dos Estados Unidos, e as tendências de confinamento – capacidade de produção e perspectivas.

Para o presidente da Acrimat, José João Bernardes, a escolha o Estado do Mato Grosso faz parte da liderança entre os rebanhos nacionais. “Além do maior rebanho brasileiro, a pecuária mato-grossense tem se destacado tanto no controle sanitário quanto na produção ecológica de seus rebanhos. Segundo ele, o Estado está apto a atender toda e qualquer exigência para exportações de carne bovina.

O Mato Grosso tem 24,9 milhões de hectares de pastagens com o maior rebanho nacional de mais de 28 milhões de cabeças, produz sozinho 1,3 milhão de toneladas de carne, e é o segundo na lista dos maiores exportadores brasileiros, com 317,9 mil ton/ano de proteína vermelha enviada para outros países.

Fonte: Guia Marítimo

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