Publicado em: 04/05/2023 às 17:00hs
Herbicidas geralmente são usados para controlar aquelas plantinhas indesejadas, também conhecidas como ervas daninhas, que surgem na lavoura, impedindo o desenvolvimento das plantas e, gerando prejuízos.
Mas é importante lembrar que, herbicidas também podem ter efeitos negativos sobre o meio ambiente e, a saúde humana quando usados de forma inadequada.
Existem vários tipos de herbicidas, incluindo os seletivos, que matam apenas uma determinada planta, os não seletivos, que matam qualquer tipo de erva daninha.
Porém, o uso de alguns herbicidas no Brasil envolve sérias discussões sobre possíveis impactos ambientais e à saúde humana.
Segundo pesquisas realizadas no mundo, há evidências de que o uso excessivo e inadequado de herbicidas, incluindo o glifosato, pode causar poluição do solo e da água, além de resistência a alguns tipos de ervas daninhas e, gerar sérios impactos negativos na biodiversidade.
O Glifosato, por exemplo, um herbicida não seletivo amplamente utilizado na agricultura, tanto no Brasil quanto em todo o mundo, foi proibido na União Européia, depois que a Agência Internacional de Pesquisa em Câncer (Iarc), classificou a substância como provável carcinógeno (provoca o desenvolvimento de um carcinoma no organismo) para humanos.
Enquanto por aqui a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), afirma que não há evidências científicas que comprove que ele cause câncer ou má formação em fetos.
Sua eficácia e baixo custo fazem do glifosato uma opção bastante viável para o controle de ervas daninhas em plantações de diversas culturas. O uso de herbicidas deve ser feito com cautela e seguindo as recomendações de especialistas no assunto para minimizar seus impactos negativos.
Fonte: Agrolink
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