Publicado em: 02/02/2026 às 07:00hs
Pesquisas conduzidas pela Elicit Plant apontam que o uso de tecnologias voltadas à mitigação de estresses abióticos na soja pode gerar um ganho médio de até cinco sacas por hectare. Os ensaios, realizados em condições reais de campo ao longo das quatro últimas safras, registraram uma taxa de vitórias superior a 90%, indicando consistência nos resultados em diferentes regiões.
Estresses abióticos incluem fatores ambientais não vivos, como seca, geada ou solos salinos, que impactam diretamente a produtividade agrícola e representam desafios globais à cultura da soja.
Segundo Felipe Sulzbach, responsável pelas operações da Elicit Plant no Brasil, o aumento de cinco sacas por hectare tem efeito significativo na rentabilidade da lavoura.
“Esse ganho ajuda a diluir despesas, compensa variações de preço e melhora a relação custo-benefício da produção, especialmente em uma cultura com margens mais ajustadas atualmente”, afirma Sulzbach.
A pesquisa também destaca a taxa de sucesso acima de 90%, considerada elevada para uma cultura tão sensível a variações de clima, solo e manejo. Para Sulzbach, isso demonstra consistência da tecnologia em microambientes diversos, incluindo solos com diferentes texturas, áreas compactadas e períodos de chuva irregular.
“Quando a tecnologia entrega resultados positivos em áreas com grande dinamismo, isso indica que o efeito é confiável e sustentável ao longo das safras”, comenta o executivo.
A estabilidade produtiva proporcionada pela tecnologia se dá ao longo das fases mais sensíveis do ciclo da soja, desde o estabelecimento inicial até o enchimento de grãos, protegendo a lavoura de restrição hídrica, temperaturas extremas e excesso de radiação.
Os efeitos podem ser observados em parâmetros agronômicos como:
“Na prática, a estabilidade significa menos quebra de produtividade e maior previsibilidade ao longo do ciclo”, explica Sulzbach.
A abordagem da Elicit Plant é preventiva, voltada à adaptação da soja a diferentes condições ambientais. A empresa busca soluções capazes de se integrar ao manejo já adotado pelo produtor e entregar resultados consistentes em qualquer região do país.
“O objetivo é aumentar a resiliência da lavoura e reduzir riscos produtivos em um cenário climático cada vez mais desafiador”, conclui Sulzbach.
Fonte: Portal do Agronegócio
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