Publicado em: 23/03/2016 às 17:00hs
Apesar do período de estiagem em janeiro e do intenso ataque da ferrugem nesta safra, a expectativa é de boa produção.
O associado Maurício Santini Xavier, da localidade de Tijuco Preto, de Mato Castelhano, iniciou na tarde da última quinta-feira (17) a colheita dos 150 hectares cultivados com soja neste ano e sua expectativa é de produtividade próxima a 70 sacas/hectare. “Fizemos todos os manejos recomendados pela Cotrijal e, mesmo com algumas dificuldades relacionadas ao clima, esperamos média próxima a do ano passado, que foi de 73 sacas/hectare”, avalia.
O produtor participou, na última quinta-feira (17), pela manhã, de dia de campo, junto com outros associados de Mato Castelhano, na Área Experimental da Cotrijal. O grupo pôde ver de perto os experimentos conduzidos pelos técnicos da cooperativa visando comprovar a importância do cuidado com o manejo da ferrugem. “Os experimentos realizados neste ano reforçaram a importância da primeira aplicação de fungicida, ainda no estágio vegetativo da soja. Ela é crucial para um controle eficiente do fungo até o final do ciclo”, alertou o coordenador técnico do Departamento Técnico da Cotrijal, Fernando Geraldo Martins.
Na quinta à tarde, foi a vez de um grupo de produtores de Não-Me-Toque visitar a Área Experimental. Ivander Gniech, de São João do Gramado, também está otimista em relação ao resultado da safra e espera repetir o bom desempenho do ano passado, quando colheu média de 62 sacas/hectare. Um dos manejos diferenciais adotados por ele foi a aplicação de inseticida na palha do trigo para controlar os percevejos. “Isso reduziu bastante a população e agora, no final do ciclo, quando normalmente aparecem muitos percevejos, não estamos tendo dificuldade”, relatou.
CULTIVARES - Os produtores também visitaram o ensaio com as cultivares que a Cotrijal vai colocar à disposição na próxima safra.
Fonte: Cotrijal
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