Publicado em: 05/03/2026 às 08:00hs
A cigarrinha do milho (Dalbulus maidis) é uma praga que compromete o desenvolvimento vegetativo, prejudica a formação e enchimento das espigas e reduz o transporte de fotoassimilados, essenciais para o crescimento das plantas.
Entre os principais danos estão:
De acordo com especialistas da BioCAZ, sem manejo preventivo, o impacto da cigarrinha pode gerar perdas irreversíveis na produção do milho.
Áreas com restos culturais e milho voluntário funcionam como “ponte verde”, permitindo que a cigarrinha jovem transmita doenças e aumente rapidamente a pressão de infecção.
“Sem controle dessas áreas, o potencial produtivo da lavoura será comprometido”, alertam técnicos da BioCAZ.
A recomendação é remover restos de plantas, realizar limpeza das áreas e adotar estratégias de manejo preventivo antes do plantio.
O MIP é considerado a melhor abordagem para reduzir riscos e melhorar o controle da cigarrinha.
Essa abordagem aumenta a eficácia do controle e reduz o risco de resistência da praga.
Interromper o ciclo da cigarrinha é fundamental para proteger a lavoura. O BioCAZ Power, segundo a empresa, atua em contato direto e é eficaz mesmo em populações elevadas, resistindo ao ambiente do solo e à palhada.
O manejo preventivo desde o início do ciclo ajuda a reduzir a população do vetor e proteger o potencial produtivo do milho.
A combinação de controle químico e biológico permite maior proteção ao milho:
Além das quatro estratégias principais, especialistas indicam:
Para mais informações e suporte técnico, a BioCAZ disponibiliza atendimento especializado aos produtores rurais pelo site: www.biocaz.com.br.
Fonte: Portal do Agronegócio
◄ Leia outras notícias