Publicado em: 19/07/2013 às 12:00hs
As equipes do o?rga?o ja? visitaram 63,8% dos munici?pios mato-grossenses, mas as pro?ximas 51 cidades do roteiro respondem por cerca de 95% da produc?a?o do Estado. Para se ter uma ideia, Sorriso participa com 2,5% da produc?a?o nacional e Sapezal com 1%, exemplifica o supervisor de pesquisa agropecua?ria do IBGE de MT, Pedro Nessi Snizek Ju?nior, ao destacar que devido a? extensa?o territorial, o levantamento do instituto no Estado e? feito a cada 2 meses, diferentemente do restante do pai?s.
De acordo com o supervisor, basicamente a maior “preocupa- c?a?o” nas visitas sera? a confirmac?a?o da boa produtividade do algoda?o e do milho, e das a?reas irrigadas de feija?o. O 4o levantamento devera? consolidar a estimativa de alta pro- duc?a?o do milho em Mato Grosso, que superou pela 1a vez o Parana?. Conforme o 3o Levantamento do IBGE, divulgado em maio, nos u?ltimos 4 anos, a produc?a?o do gra?o aumentou 125,5%, saltando de 8,164 milho?es de toneladas na safra 2010, para 18,414 milho?es (t) este ano. “Por incri?vel que parec?a, uma estimativa conservadora”, avalia Snizek, acreditando que o volume produzido do gra?o deve aumentar um pouco. “Era ini- magina?vel 3 anos atra?s que Mato Grosso superaria o Parana?. Por isso, esses graves problemas logi?sticos num curto peri?odo”.
Para essa 1a colocac?a?o no ranking nacional, Pedro Nessi da? tambe?m cre?dito a? produc?a?o do milho pipoca, que cresceu 90,5% nesta safra, em relac?a?o a? anterior. A alta demanda das exportadoras estimularam o interesse dos agricultores da regia?o de Campo Novo do Parecis, maior produtor de milho pipoca do Estado. No ano passado, 15 mil toneladas do que foi produzido na regia?o foram exportadas, afirma o gerente do Sindicato Rural de munici?pio, Anto?nio De la Bandera, ao revelar que algumas pessoas plantaram mais do que estava garantido de venda nos contratos com as duas grandes indu?strias instaladas na regia?o. “O produtor esta? arriscando mais e fez um o?timo nego?cio”, diz Bandera, ressaltando que nos contratos fechados, antes do plantio, a saca foi vendida a R$ 38 e quem ainda tem milho pipoca hoje consegue comercializar por R$ 72.
Fonte: A Gazeta
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