Milho e Sorgo

Preços do milho na bolsa de Chicago iniciam quinta-feira com novas altas

Clima no Brasil e aumento na demanda por etanol nos Estados Unidos impulsionam cotações


Publicado em: 02/05/2024 às 10:30hs

Preços do milho na bolsa de Chicago iniciam quinta-feira com novas altas

A Bolsa de Chicago começou esta quinta-feira (02) com mais um dia de altas para os preços do milho, ampliando os ganhos registrados no pregão anterior. Por volta das 9h20 (horário de Brasília), as principais cotações flutuavam entre US$ 4,50 e US$ 4,57 por bushel, com acréscimos de até 6,75 pontos.

O contrato com vencimento em maio/24 era negociado a US$ 4,50 por bushel. Para julho/24, o preço subiu para US$ 4,57, com um aumento de 6,5 pontos. Já para setembro/24, o valor alcançou US$ 4,65 por bushel, uma elevação de 6 pontos. O contrato para dezembro/24 subiu para US$ 4,78, com ganho de 5,5 pontos.

As altas foram atribuídas a diversos fatores, como o clima no Brasil e a expectativa de maior demanda por etanol nos Estados Unidos. A Successful Farming apontou que, no Brasil, a situação da segunda safra de milho no Paraná piorou devido ao tempo seco, afetando a produção. A Radar Investimentos acrescentou que a demanda por etanol de milho para a fabricação de combustíveis sustentáveis de aviação também está impulsionando as cotações.

B3 Abre com Leves Altas após Feriado do Dia do Trabalho

No Brasil, a Bolsa de Valores B3 começou o dia de maneira positiva, seguindo a tendência do início da semana. Após o feriado do Dia do Trabalho, as principais cotações registraram leves altas, embora os contratos com vencimento em maio/24 e julho/24 tenham começado em baixa, revertendo logo depois.

Por volta das 9h40, o contrato para maio/24 estava cotado a R$ 57,38, com valorização de 0,09%. O preço para julho/24 era de R$ 58,00, com aumento de 0,26%. O contrato para setembro/25 subiu para R$ 59,85, uma elevação de 0,59%. Já para novembro/24, o valor era de R$ 62,99, com um acréscimo de 0,19%.

A trajetória positiva tanto em Chicago quanto na B3 reflete as preocupações climáticas no Brasil e a expectativa de aumento na demanda por etanol nos Estados Unidos, reforçando uma tendência de alta nos mercados internacionais e domésticos do milho.

Fonte: Portal do Agronegócio

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