Publicado em: 22/01/2026 às 07:00hs
O plantio do milho segunda safra entra em um período crítico no calendário agrícola brasileiro. Cada decisão tomada nesta fase influencia diretamente o desempenho da lavoura ao longo do ciclo. O sucesso da safrinha depende da qualidade das sementes, escolha correta do híbrido e uniformidade na emergência das plantas.
Segundo Marcos Boel, supervisor de sementes da Conceito Agrícola, o bom estabelecimento da lavoura começa antes da semeadura:
“O principal é escolher o híbrido adequado à região, à data de plantio e ao nível de investimento do produtor. A qualidade física e fisiológica da semente, as condições climáticas e a tecnologia utilizada também são fundamentais.”
A janela ideal de plantio do milho safrinha normalmente vai de meados de janeiro até o final de fevereiro, podendo ser ainda menor em anos com atraso na colheita da soja ou irregularidade climática.
“É um verdadeiro jogo contra o tempo. Um dia de atraso pode reduzir significativamente a produtividade. Quanto mais cedo o milho entra em campo, maior o teto produtivo da lavoura”, destaca Boel.
Os primeiros sinais de sucesso aparecem logo após a emergência. Contagem do estande, velocidade de crescimento e uniformidade das plantas são indicadores essenciais. Plantas de tamanhos diferentes podem competir entre si, prejudicando o potencial produtivo.
Um bom tratamento de sementes é indispensável para proteger a lavoura contra pragas como percevejos, lagartas e cigarrinhas, além de favorecer uma emergência uniforme. Na Conceito Agrícola, o Tratamento de Sementes Profissional (TSP) Blindado é utilizado para preservar o potencial das sementes e reduzir riscos iniciais.
Nos últimos anos, o milho safrinha deixou de ser apenas complementar e passou a ser protagonista na rentabilidade do produtor. A cultura ganhou tecnologia, escala e importância econômica, mas seu potencial produtivo ainda não é plenamente explorado.
“O milho tem um potencial gigantesco no Brasil, mas ainda exploramos muito pouco. Decisões mais assertivas no plantio podem aumentar significativamente a produtividade e a rentabilidade do produtor”, conclui Boel.
Fonte: Portal do Agronegócio
◄ Leia outras notícias