Milho e Sorgo

Milho: Mercado testa reação na manhã desta 3ª feira e exibe ligeiras valorizações em Chicago

Às 8h19 (horário de Brasília), as principais posições da commodity exibiam ganhos entre 0,75 e 1,00 pontos


Publicado em: 03/04/2018 às 10:15hs

Milho: Mercado testa reação na manhã desta 3ª feira e exibe ligeiras valorizações em Chicago

Na Bolsa de Chicago (CBOT), os futuros do milho iniciaram a sessão desta terça-feira (3) com ligeiras valorizações. Às 8h19 (horário de Brasília), as principais posições da commodity exibiam ganhos entre 0,75 e 1,00 pontos. O maio/18 era cotado a US$ 3,88 por bushel, enquanto o julho/18 operava a US$ 3,96 por bushel.

Depois das leves quedas registradas no dia anterior, as cotações testam uma tímida reação na manhã desta terça-feira. Conforme dados das agências internacionais, as cotações acompanharam as perdas observadas na soja. As atenções dos investidores também está voltada às taxas de importação de etanol dos EUA impostas pela China.

Além disso, os participantes do mercado também observam o planejamento da nova safra norte-americana. Algumas previsões já indicam que o plantio pode ser dificultado pelo clima mais frio e úmido.

"Sem uma mudança no padrão climático, parece que haverá áreas tradicionais de cultivo de milho que começarão mais tarde do que o normal", reforçou Benson Quinn Commodities ao Agrimoney.com.

Veja como fechou o mercado nesta segunda-feira:

Milho: Com influência da soja, mercado encerra pregão desta 2ª feira com ligeiras desvalorizações em Chicago

A segunda-feira (2) foi de ligeiras quedas aos preços do milho praticados na Bolsa de Chicago (CBOT). Depois de testar os dois lados da tabela, as principais posições da commodity exibiram perdas entre 0,25 e 0,50 pontos. O maio/18 era cotado a US$ 3,87 por bushel, enquanto o julho/18 era negociado a US$ 3,95 por bushel.

"As cotações até subiram ao longo do dia, impulsionadas pelas projeções do USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos), mas devolveram boa parte dos ganhos à medida que a soja recuou", informou a Reuters internacional.

Na última semana, o departamento americano estimou a área plantada com o cereal no país em 35,61 milhões de hectares. Fator que impulsionou as cotações no final da semana anterior, em mais de 3%. Os investidores estimavam a área entre 35,77 a 36,83 milhões de hectares.

Ainda hoje, o USDA reportou seu boletim semanal de embarques dos EUA. No milho, os embarques somaram 1.348,992 milhão de toneladas, na semana encerrada no dia de 29 de março.

A quantidade indicada ficou dentro das apostas dos investidores, entre 990 mil a 1,4 milhão de toneladas. Até o momento, o acumulado da temporada está em 24.442,755 milhões de toneladas, frente as 33 milhões de toneladas registradas no mesmo período do ano passado.

Mercado brasileiro

De acordo com levantamento realizado pelo economista do Notícias Agrícolas, André Lopes, a segunda-feira foi de ligeiras movimentações aos preços do cereal no mercado doméstico. Em Sorriso (MT), a queda foi de 12,50%, com saca de milho a R$ 14,00.

Já em Brasília, a saca caiu 2,94% e terminou o dia a R$ 33,00. No Porto de Paranaguá, a queda foi de 1,47%, com a saca futura a R$ 33,50. Em Tangará da Serra (MT), a perda foi de 2,04%, com a saca a R$ 24,00.

Por outro lado, em Luís Eduardo Magalhães (BA), a alta foi de 3,45%, com a saca a R$ 30,00. Na região de São Gabriel do Oeste (MS), a valorização foi de 3,23%, com a saca a R$ 32,00. Em Ponta Grossa (PR), a saca subiu 2,56% e encerrou o dia a R$ 40,00.

As cotações permanecem pressionadas negativamente devido à retração dos compradores. Além disso, o avanço da colheita da safra de verão tem elevado a disponibilidade do produto no mercado doméstico, conforme dados reportados pelo Cepea.

"Produtores, por sua vez, também estão retraídos das vendas, à espera de reação nos preços. Nesse cenário, o ritmo de negócios continua lento", informou a entidade em nota.

Fonte: Notícias Agrícolas

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