Milho e Sorgo

Milho mantém alta na bolsa de Chicago na abertura desta sexta-feira

B3 registra campo misto nos futuros do grão


Publicado em: 03/05/2024 às 11:00hs

Milho mantém alta na bolsa de Chicago na abertura desta sexta-feira

Os contratos futuros do milho continuaram em alta nesta sexta-feira (03) na Bolsa de Chicago. Por volta das 9h30 (horário de Brasília), os ganhos acumulados da semana na CBOT chegaram a 16 pontos nos principais contratos, com valorizações de mais de 3%. Essa tendência de alta tem como principais fatores a incerteza quanto à produção da segunda safra no Brasil, a redução da estimativa de produção na Argentina e as chuvas nos Estados Unidos, que podem atrasar o plantio que vinha ocorrendo em ritmo acelerado.

Na manhã desta sexta-feira, o contrato para maio de 2024 subiu 3,25 pontos, cotado a US$ 4,55 por bushel. Já o contrato para julho de 2024 teve alta de 3,75 pontos, chegando a US$ 4,63 por bushel. O contrato para setembro de 2024 registrou 3,25 pontos positivos, valendo US$ 4,70 por bushel, enquanto o de dezembro de 2024 subiu 2,75 pontos, fechando a US$ 4,82 por bushel.

Enquanto Chicago apresenta um cenário positivo, na B3 o campo está mais misto. Os futuros do milho tiveram comportamentos variados. O contrato para maio de 2024 apresentou uma baixa de 0,42%, cotado a R$ 57,07 por saca. Para julho de 2024, houve uma pequena queda de 0,12%, sendo negociado a R$ 58,35 por saca. O contrato para setembro de 2024 subiu ligeiramente, com 0,08% de alta, para R$ 60,15 por saca, enquanto o de novembro de 2024 chegou a R$ 63,40 por saca, com um ganho de 0,41%.

A volatilidade no mercado do milho continua sendo afetada por vários fatores globais. As incertezas em relação à safra no Brasil, os impactos do clima nos Estados Unidos e a redução na produção da Argentina estão entre as principais razões para as variações nos preços. O comportamento do mercado ao longo da próxima semana continuará a ser monitorado de perto por investidores e produtores, em busca de sinais sobre as tendências do milho no futuro próximo.

Fonte: Portal do Agronegócio

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