Milho e Sorgo

Milho: Investidores ainda se posicionam antes do USDA e mercado inicia 3ª feira próximo da estabilidade

Às 8h15 (horário de Brasília), as primeiras posições do cereal subiam entre 0,25 e 0,50 pontos, com o vencimento setembro/18 a US$ 3,56 por bushel


Publicado em: 11/09/2018 às 10:50hs

Milho: Investidores ainda se posicionam antes do USDA e mercado inicia 3ª feira próximo da estabilidade

Na Bolsa de Chicago (CBOT), os futuros do milho iniciaram o pregão desta terça-feira (11) próximos da estabilidade. Às 8h15 (horário de Brasília), as primeiras posições do cereal subiam entre 0,25 e 0,50 pontos, com o vencimento setembro/18 a US$ 3,56 por bushel. Já o março/19, recuava 0,25 pontos, cotado a US$ 3,79 por bushel.

De acordo com informações das agências internacionais, os participantes do mercado ainda se posicionam antes dos números de oferta e demanda do USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos). O órgão traz seu novo boletim nesta quarta-feira (12) e a expectativa é de um novo ajuste na projeção para a safra de milho norte-americana.

Ainda hoje, o departamento também deve reportar as informações da safra americana, em seu boletim semanal de acompanhamento de safras. Devido a problemas técnicos, os dados serão divulgados nesta terça-feira.

A expectativa dos investidores é que o USDA reporte que cerca de 66% das lavouras estejam em boas ou excelentes condições. Em relação à colheita, a perspectiva é que em torno de 6% da área cultivada já tenha sido colhida.

Veja como fechou o mercado nesta segunda-feira:

Milho: apesar do USDA devendo trazer dados melhores, Chicago sai em leve alta nesta 2ª f (10)

Os preços do milho foram se firmando ao longo desta segunda-feira (10) na Bolsa de Chicago (CBOT) e reverteram a leve baixa que exibiam na passagem para a tarde (Brasil). Os traders se posicionaram à frente do relatório WASDE/USDA, de quarta-feira, e correram contra a tendência de baixa que poderá vir com dados mais positivos da safra americana.

O setembro subiu 1,25 ponto, fixado em US$ 3,55 o bushel, enquanto o dezembro a alta foi mais modesta ainda, 0,25, com o valor fechado em US$ 3,67. Os dois primeiros vencimentos de 2019 saíram da sessão sem variação, no março, e o maio em recuo de 0,25.

“Antes do relatório da USDA Crop Progress, os analistas esperam que a agência aumente a qualidade do milho um ponto, com 66% da safra em boas condições. Os analistas também esperam que o USDA informe que a safra de milho de 2018 já começou, com 6% de conclusão”, relatou o site especializado Farm Futures.

Vale destacar que as inspeções dos Estados Unidos de exportação de milho totalizaram 30,1 milhões de bushels na semana passada, com tendência de queda de mais de 42% em relação à semana anterior de 52,6 milhões de bushels e caindo abaixo das estimativas médias do comércio, que variaram entre 39 milhões e 55 milhões de bushels.

B3

A queda do dólar, ainda que longe de romper a linha dos US$ 4, tirou um pouco do sustento da bolsa paulista, de olho nos exportadores. Também o mercado de balcão interno praticamente não funcionou.

Novembro perdeu 1,09% e vai abrir a terça feira a R$ 41,70, ao passo que o janeiro recuou 0,97% e ficou em R$ 42,89.

Físico

Os preços no mercado físico não se mexeram diante da última cotação, quinta (6), nas principais praças produtoras e comercializadoras. Os vendedores estão retraídos, esperando melhores oportunidades.

Apenas Sorriso (MT) trouxe a cotação para cima, com a alta de 6,52%, a R$ 24,50.

Fonte: Notícias Agrícolas

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