Milho e Sorgo

Milho inicia terça-feira em alta na B3, enquanto Chicago apresenta pequena recuada

Mercado nacional registra pequenas valorizações, enquanto bolsa de Chicago flutua após fortes altas


Publicado em: 07/05/2024 às 11:03hs

Milho inicia terça-feira em alta na B3, enquanto Chicago apresenta pequena recuada

A terça-feira (07) começou com os preços futuros do milho ligeiramente mais altos na Bolsa Brasileira (B3). Por volta das 10h28 (horário de Brasília), as principais cotações variavam entre R$ 58,30 e R$ 64,90. A leve valorização reflete um mercado nacional que segue otimista, mas com variações tímidas.

O contrato para maio/24 era negociado a R$ 58,30, com ganho de 0,05%, enquanto o vencimento de julho/24 atingia R$ 59,64, uma elevação de 0,64%. Os contratos para setembro/24 e novembro/24 apresentavam valorização de 0,93% e 0,67%, respectivamente, sendo cotados a R$ 62,14 e R$ 64,90. Esse crescimento modesto sugere um mercado em busca de estabilidade, mas ainda sensível às oscilações globais.

Mercado Internacional

Enquanto isso, a Bolsa de Chicago (CBOT), uma das principais referências para o mercado internacional de grãos, apresentou movimentos mais contidos, com preços mistos e próximos da estabilidade. Por volta das 09h44 (horário de Brasília), o contrato para maio/24 estava cotado a US$ 4,59, uma elevação de 2,50 pontos. O vencimento para julho/24, no entanto, recuava 1,25 pontos, chegando a US$ 4,67, enquanto os contratos para setembro/24 e dezembro/24 também apresentavam quedas, cotados a US$ 4,75 e US$ 4,87, respectivamente.

De acordo com o site internacional Farm Futures, a Bolsa de Chicago registrou uma queda entre US$ 0,01 e US$ 0,02 por bushel durante a noite após ter fechado com forte alta no pregão anterior, atingindo uma marca de quatro meses. A analista Jacqueline Holland apontou que os atrasos no plantio nos Estados Unidos não foram suficientes para afastar os investidores interessados em realizar lucros, resultando em queda para os contratos futuros.

O mercado agora aguarda informações atualizadas sobre fornecimento e uso de safras antigas e novas, especialmente com o relatório WASDE (World Agricultural Supply and Demand Estimates) do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) previsto para sexta-feira. As atualizações sul-americanas também devem impactar os preços futuros, visto que a América do Sul é uma importante região produtora de grãos.

Com isso, o cenário do milho tanto no Brasil quanto no exterior permanece volátil, com atenção voltada para os próximos dados do USDA, que devem trazer mais clareza sobre a oferta e a demanda global.

Fonte: Portal do Agronegócio

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