Milho e Sorgo

Mercado do milho opera próximo da estabilidade na CBOT

Início da sessão


Publicado em: 08/04/2024 às 11:12hs

Mercado do milho opera próximo da estabilidade na CBOT

Nesta segunda-feira (08), os contratos futuros do milho começaram o dia próximo da estabilidade na Bolsa de Chicago (CBOT). Por volta das 10h09 (horário de Brasília), os preços oscilavam entre US$ 4,34 e US$ 4,72 por bushel.

Cenário na CBOT

Os contratos para o mês de maio de 2024 registraram leve alta de 0,50 pontos, cotados a US$ 4,34 por bushel, enquanto o julho/24 permaneceu estável em US$ 4,46 por bushel. O setembro/24 e o dezembro/24 mantiveram-se em US$ 4,57 e US$ 4,72 por bushel, respectivamente.

Análise da Farm Futures

Segundo a Farm Futures, os preços do milho apresentaram uma queda modesta devido a algumas vendas técnicas leves durante a noite. É esperado que os preços enfrentem alguma pressão descendente sazonal à medida que o progresso das plantações se acelera no centro dos Estados Unidos. A expectativa é que possíveis atrasos devido às chuvas desencadeiem compras técnicas nas próximas semanas.

Agenda Aguardada

O mercado está na expectativa da divulgação do relatório mensal de oferta e demanda do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), previsto para esta quinta-feira (11).

B3

Na Bolsa Brasileira (B3), as negociações futuras do milho iniciaram a sessão desta segunda-feira com desvalorização. Por volta das 10h14 (horário de Brasília), o contrato para maio/24 era cotado a R$ 58,90, com queda de 0,17%, enquanto o julho/24 era negociado a R$ 59,51, registrando recuo de 0,37%.

Análise da Agrifatto

De acordo com a consultoria Agrifatto, a referência de negócios para Campinas encerrou a semana recuando para R$ 61,00 por saca, com maior oferta predominante no mercado. Movimentações mistas foram registradas para os futuros de milho ao longo da última sexta-feira na bolsa brasileira, refletindo a variação negativa dos futuros do cereal na CBOT e as perspectivas climáticas para os próximos 10 dias em importantes regiões produtoras brasileiras.

Fonte: Portal do Agronegócio

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