Milho e Sorgo

Mercado de milho brasileiro estagna devido ao baixo Interesse comprador

Preços estáveis refletem cenário cauteloso tanto de compradores quanto de produtores


Publicado em: 21/03/2024 às 10:22hs

Mercado de milho brasileiro estagna devido ao baixo Interesse comprador

O mercado nacional de milho enfrenta uma quinta-feira marcada pela estagnação nas negociações, com um fraco interesse dos compradores. Embora as fixações de oferta tenham apresentado ligeira melhora, os preços ainda são considerados elevados pelos consumidores. Enquanto isso, na esfera internacional, a Bolsa de Mercadorias de Chicago opera em alta, buscando se recuperar das perdas da sessão anterior.

Os preços do milho no mercado brasileiro permaneceram estáveis nesta quarta-feira. O cenário de negócios mostra-se travado, refletindo a postura cautelosa tanto dos consumidores quanto dos produtores. De acordo com a Safras Consultoria, não há, até o momento, indicações de preocupações em relação aos estoques por parte dos consumidores. Nos próximos dias, as atenções devem se voltar para o clima, movimentos cambiais e questões logísticas.

Em termos de cotações, no Porto de Santos, o preço variou entre R$ 57,00 e R$ 65,00 a saca (CIF), enquanto no Porto de Paranaguá, ficou entre R$ 56,00 e R$ 64,00 a saca. No Paraná, a cotação foi de R$ 55,00 a R$ 56,00 a saca em Cascavel. Em São Paulo, o preço foi de R$ 58,00 a R$ 61,00 na Mogiana e em Campinas CIF, oscilou entre R$ 64,00 e R$ 65,00 a saca. No Rio Grande do Sul, o preço variou entre R$ 56,00 e R$ 57,00 a saca em Erechim. Em Minas Gerais, foi de R$ 55,00 a R$ 56,00 a saca em Uberlândia, enquanto em Goiás, ficou entre R$ 53,00 e R$ 56,00 a saca em Rio Verde – CIF. No Mato Grosso, o preço ficou entre R$ 41,00 e R$ 43,00 a saca em Rondonópolis.

No mercado internacional, os contratos com entrega em maio na Bolsa de Mercadorias de Chicago operaram com aumento de 3,00 centavos, ou 0,68%, cotados a US$ 4,42 por bushel. O mercado é impulsionado pelo excesso de chuvas na Argentina, que aumentam as preocupações com a oferta e provocam um movimento de cobertura de posições vendidas. Os agentes também aguardam o relatório de exportações semanais dos EUA, esperando vendas entre 900 mil e 1,3 milhão de toneladas.

No câmbio, o dólar comercial opera em baixa de 0,32%, cotado a R$ 4,9578. Enquanto isso, os indicadores financeiros mostram uma variedade de movimentos nas principais bolsas asiáticas e europeias, enquanto o petróleo registra cotações em baixa. O WTI para maio cai 0,46% a US$ 80,89 o barril.

Fonte: Portal do Agronegócio

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