O mercado brasileiro de milho enfrenta uma semana de comercialização lenta, mantendo os preços estáveis, mesmo diante da desvalorização do frango vivo no cenário doméstico. A decisão dos produtores de reter as fixações de venda do cereal, focando na colheita e escoamento da safra de soja, contribui para essa dinâmica. Internacionalmente, a Bolsa de Chicago busca reagir após as perdas da última sessão, enquanto a expectativa gira em torno de um possível declínio na área cultivada pelos Estados Unidos em 2024/25.
Preços em Destaque:
- Porto de Santos: R$ 58,00/65,00 a saca (CIF)
- Porto de Paranaguá: R$ 56,00/64,00 a saca
- Paraná (Cascavel): R$ 56,00/58,00 a saca
- São Paulo (Mogiana): R$ 60,00/62,00 a saca
- Rio Grande do Sul (Erechim): R$ 56,50/58,00 a saca
- Minas Gerais (Uberlândia): R$ 58,00/60,00 a saca
- Goiás (Rio Verde – CIF): R$ 53,00/56,00 a saca
- Mato Grosso (Rondonópolis): R$ 42,00/45,00 a saca
Cenário Internacional:
- Contratos com entrega em março de 2024 na Bolsa de Chicago avançam 2,00 centavos, sustentados pela estimativa de redução na área de plantio nos Estados Unidos em 2024/25.
- Previsão de plantio de milho nos EUA: 91 milhões de acres, abaixo dos 94,6 milhões da safra passada.
- Projeção de produção de milho: 15,040 bilhões de bushels, com estoques de passagem estimados em 2,532 bilhões de bushels na temporada 2024/25.
Outros Indicadores:
- Dólar comercial: Alta de 0,04%, alcançando R$ 4,9703.
- Principais bolsas na Ásia e Europa operam com preços mais altos.
- Petróleo em baixa, com o barril do WTI em NY a US$ 77,54 (-0,62%).