Milho e Sorgo

Logística se soma ao dólar e derruba milho

Na Bolsa de Chicago, a cotação de dezembro fechou em queda de 0,41%


Publicado em: 30/11/2022 às 10:50hs

Logística se soma ao dólar e derruba milho

O milho continua caindo na Bolsa de Mercadorias de São Paulo (B3), devido a problemas de logística e quedas do dólar e da Bolsa de Chicago (CBOT), segundo o que informa a TF Agroeconômica. “As cotações do milho no mercado futuro de São Paulo continuaram em queda, nesta terça-feira, diante dos fatos negativos do dia: problemas de logística no Brasil, queda do dólar e queda em Chicago. Com isto, as Tradings não puderam melhorar os preços oferecidos aos vendedores, que já sonhavam em níveis acima de R$ 90/saca, pagamento curto, no interior”, comenta.

“Assim, as cotações futuras fecharam em queda no dia para novembro e para os demais meses e em alta no comparativo semanal: o vencimento janeiro/23 fechou a R$ 88,59 queda de R$ 1,51 no dia e de R$ 0,881,36 na semana (últimos 5 pregões); março/23/22 fechou a R$ 93,02, queda de R$ 1,33 no dia e de R$ 0,94 na semana e maio/23 fechou a R$ 90,85, queda de R$ 1,55 no dia e de R$ 0,99 na semana”, comenta.

Na Bolsa de Chicago, a cotação de dezembro fechou em queda de 0,41% ou $ 2,75/bushel, a $ 666,0. A cotação para março 2023, início da nossa safra de verão, fechou em queda de 0,34% ou $ 2,25/ bushel a $ 669,0.

“Realização de lucros, após ganhos recentes. O pessimismo em relação ao ritmo da demanda externa nos EUA aumentou a pressão. Petróleo em alta e preocupação com o clima no Brasil e na Argentina oficiaram como apoio. O Adido Agrícola do USDA vê a safra brasileira de milho 22/23 em 126 MMT, um aumento de 10 MMT ano/ano e 126 MMT como previsão oficial do USDA. As estimativas pré-relatório dos dados de produção do StatsCan têm a produção de milho canadense fixada em 14,8 MMT. Sua estimativa anterior em setembro era de 14,9 MMT, com toda a gama de estimativas entre 14,3 e 15,1 MMT”, conclui.

Fonte: Agrolink

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