Em Chicago o milho recebeu apoio do trigo e do petróleo e fechou em alta
O milho tem o quarto dia de baixa no mercado futuro de SP (B3), por baixa demanda, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica
Publicado em: 06/05/2022 às 10:40hs
“No comentário que fizemos no final da semana passada mostramos que a demanda de milho para a produção de suínos a serem exportados para a China está muito reduzida. Com a alta inflação dos preços no Brasil, o consumo interno também está menor”, comenta.
“A soma disto é de redução da produção de carne e, para trás, na demanda de milho, cujos preços estão caindo mesmo depois de duas safras quebradas do produto no Brasil. Por outro lado, a expectativa de uma safra cheia para 2022 faz os compradores colocarem sua demanda para a Safrinha, aumentando levemente as cotações. Com isto, as cotações fecharam novamente em queda para maio e em leve alta de safrinha e para a safra de verão: o vencimento maio/22 foi cotado à R$ 88,88, queda de R$ 0,52/saca no dia e de R$ 2,72 nos últimos 5 pregões (semana); julho/22 fechou a R$ 92,80, alta de R$ 0,20 no dia e queda de R$ 0,42 na semana; setembro/22 fechou a R$ 95,03 com alta de R$ 0,94no dia e queda de R$ 1,0 na semana e novembro/22fechou a R$ 97,46 com alta de R$ 1,31 no dia e queda de R$ 0,14 na semana”, completa.
Em Chicago o milho recebeu apoio do trigo e do petróleo e fechou em alta. “A cotação do milho para maio22 fechou em alta de 0,63% ou 5,0 cents/bushel a $ 803,50. A cotação de julho22, importante para as exportações brasileiras, fechou em alta de 0,25% ou $2,0 cents/bushel a $ 796,25. O mercado de milho recebeu apoio do trigo, que passou por mais uma rodada de ganhos expressivos. O petróleo bruto deu suporte, avançando perto de 0,5%”, conclui.
Fonte: Agrolink
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