Publicado em: 10/02/2026 às 07:00hs
A Corteva Agriscience, referência global em inovação agrícola, anunciou o lançamento da tecnologia Protector® para o sorgo no Brasil. A novidade oferece híbridos com tolerância ao pulgão-amarelo-do-sorgo, uma das principais pragas que ameaçam a produtividade do grão.
A tecnologia estará disponível comercialmente pelas marcas Pioneer® e Brevant® já na safra 2026/27, fortalecendo o portfólio da empresa e oferecendo novas ferramentas de manejo aos produtores brasileiros.
Segundo dados do IBGE, a safra nacional de sorgo em 2025 atingiu 5,2 milhões de toneladas, um crescimento de 31% em relação ao ano anterior. O cereal é atualmente o quinto mais produzido no mundo, e o Brasil ocupa a oitava posição entre os maiores produtores globais.
O aumento da demanda por etanol de cereais e a abertura de mercado com a China devem acelerar ainda mais o cultivo no país, reforçando a necessidade de soluções que melhorem o controle de pragas e incrementem a produtividade das lavouras.
Usada com sucesso em países como México e Estados Unidos, a tecnologia chega ao Brasil inicialmente para o sorgo, ampliando soluções sustentáveis no manejo agrícola.
“Somos líderes no mercado de sorgo no Brasil, e o lançamento da tecnologia Protector® reforça nosso compromisso em atender os produtores com inovação e eficiência no controle de pragas”, destaca Felipe Lucio, Líder de Portfólio de Milho e Sorgo da Corteva no Brasil.
O pulgão-amarelo-do-sorgo é uma das pragas mais preocupantes para os agricultores, causando danos diretos e indiretos às lavouras. O inseto suga a seiva da planta e transmite vírus, como o mosaico da cana-de-açúcar e o vírus da folha amarela do sorgo.
Além disso, sua excreção açucarada favorece a fumagina, fungo que prejudica a fotossíntese e pode impactar significativamente a produtividade.
“O manejo correto e o uso de tecnologias avançadas são essenciais para manter a sanidade da lavoura e garantir melhores resultados de colheita”, explica Lucio.
O sorgo se destaca por sua tolerância ao estresse hídrico e janela de plantio mais ampla, consolidando-se como alternativa viável ao milho safrinha. O grão é utilizado na alimentação animal, na produção de etanol e na geração de bioenergia, tornando-se estratégico em biomas como o Cerrado.
A Corteva realiza testes em diversas regiões com produtores selecionados, e a adoção comercial em larga escala está prevista para a safra de inverno 2026.
A Corteva reforça seu investimento contínuo em pesquisa e desenvolvimento, aplicando cerca de US$ 4 milhões por dia globalmente.
“Nosso foco é apoiar os agricultores com soluções de alta qualidade e sustentabilidade, ajudando-os a superar desafios e aumentar a produtividade de forma responsável”, conclui Felipe Lucio.
Fonte: Portal do Agronegócio
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