Milho e Sorgo

Chicago inicia em queda, gerando pressão adicional no mercado brasileiro de milho

Entrada da safra no Sul do Brasil e reabertura negativa em Chicago afetam os preços locais do milho


Publicado em: 16/01/2024 às 11:10hs

Chicago inicia em queda, gerando pressão adicional no mercado brasileiro de milho

O mercado brasileiro de milho enfrenta um dia desafiador em termos de preços, influenciado pela abertura em baixa na Bolsa de Mercadorias de Chicago após o feriado de Martin Luther King. A entrada da safra nova no Sul do país também contribui para a pressão sobre os preços. Apesar disso, a valorização do dólar em relação ao real pode limitar as perdas nas cotações brasileiras.

Na segunda-feira, o mercado doméstico de milho teve um início fraco de negócios devido à ausência do referencial da Bolsa de Chicago. A colheita avança no Rio Grande do Sul e em Santa Catarina, aumentando a oferta e pressionando os preços do cereal.

Nos portos brasileiros, os preços variaram entre R$ 67,00/72,00 a saca (CIF) no Porto de Santos e R$ 67,00/70,00 a saca no Porto de Paranaguá.

Em diferentes regiões do Brasil, as cotações apresentaram variações: R$ 56,00/60,00 a saca em Cascavel (Paraná), R$ 67,00/73,00 na Mogiana (São Paulo) e R$ 68,50/72,00 a saca em Campinas CIF. No Rio Grande do Sul, o preço ficou entre R$ 62,00/66,00 a saca em Erechim. Em Minas Gerais, a cotação foi de R$ 67,00/70,00 a saca em Uberlândia. Em Goiás, o preço variou de R$ 60,00/R$ 63,00 a saca em Rio Verde – CIF. No Mato Grosso, o preço ficou entre R$ 50,00/55,00 a saca em Rondonópolis.

Chicago e Câmbio

A posição março/24 na Bolsa de Chicago registrou queda de 0,44%, cotada a US$ 4,45 por bushel. Enquanto isso, o dólar comercial apresenta um ganho de 0,63%, atingindo R$ 4,8968.

Indicadores Financeiros

As bolsas asiáticas fecharam mistas, com Xangai em +0,27% e Tóquio em -0,79%. Nas principais bolsas europeias, como Paris, Frankfurt e Londres, as operações ocorrem em baixa. Quanto ao petróleo, o WTI para fevereiro registra um aumento de 0,55%, chegando a US$ 73,09 o barril.

Fonte: Portal do Agronegócio

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