Publicado em: 05/01/2026 às 07:30hs
O tomate segue como uma das culturas mais importantes da horticultura nacional, garantindo oferta constante ao longo do ano em diferentes regiões do país. Essa continuidade é possível graças à diversidade climática do Brasil, que permite múltiplas épocas de plantio — exigindo, contudo, atenção especial na escolha de materiais produtivos e com frutos de boa aparência e uniformidade.
Além da qualidade, o mercado demanda regularidade no fornecimento. Para evitar perdas e assegurar rentabilidade, os produtores têm buscado híbridos com maior resistência aos principais desafios fitossanitários, como doenças que comprometem o vigor das plantas e a aparência dos frutos.
Entre as opções disponíveis, o Nivus F1, híbrido da Topseed Premium, vem se consolidando entre os agricultores, especialmente aqueles que cultivam em campo aberto.
O material apresenta excelente sanidade foliar, pegamento uniforme e uma arquitetura compacta, com curtas distâncias entre as pencas — características que favorecem o desempenho produtivo e a colheita uniforme.
Segundo Thiago Teodoro, especialista em tomates e pimentões, esses atributos têm sido determinantes para a escolha dos produtores.
“O Nivus mantém uma resposta estável ao longo do ciclo, mesmo sob condições mais desafiadoras de cultivo”, afirma o especialista.
A versatilidade do Nivus F1 é outro diferencial importante. O híbrido apresenta ótima adaptabilidade e já possui presença consolidada em diversas regiões produtoras, incluindo Rio Grande do Sul, Paraná, Sudeste, Centro-Oeste e áreas específicas do Nordeste.
“O Nivus F1 atende bem às diferentes condições de solo e clima, o que proporciona maior segurança ao produtor e regularidade na colheita”, explica.
Além da performance agronômica, o Nivus F1 conta com um amplo pacote de resistências, fator essencial para o controle de doenças e manutenção da produtividade. O híbrido apresenta tolerância ao vírus do vira-cabeça, um dos maiores desafios da tomaticultura atual, além de resistência a nematoides, fusarium, verticillium, oídio e cladospório.
Essas características garantem maior longevidade às plantas e reduzem a necessidade de intervenções químicas, contribuindo para uma produção mais sustentável e economicamente viável.
Fonte: Portal do Agronegócio
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