Publicado em: 29/11/2023 às 13:10hs
As áreas mais afetadas incluem Irecê (BA), Vale do São Francisco (PE/BA), Baraúna (RN) no Nordeste, e Ituporanga (SC), Guarapuava e Irati (PR) no Sul.
O calor intenso em Irecê (BA), Vale do São Francisco (PE/BA) e Baraúna (RN) está gerando preocupações para os produtores nordestinos de cebola. Aumento de pragas e redução do calibre dos bulbos são destaque, impactando diretamente na produção e qualidade do produto final.
No Sul do país, as chuvas intensas estão causando transtornos para os produtores. Em Ituporanga (SC), as precipitações impediram o manejo nas roças por uma semana crucial (de 13 a 17/11). Quando a colheita foi possível, a comercialização enfrentou desafios devido à qualidade comprometida das cebolas e ao aumento do tempo de cura devido à alta umidade.
Apesar do maior volume de cebolas colhidas e comercializadas em Guarapuava e Irati (PR), a qualidade foi consideravelmente prejudicada, com ocorrência de podridão e bacterioses, impactando a aceitação no mercado.
O resultado dessas adversidades climáticas reflete diretamente na comercialização das cebolas. A aceitação lenta no mercado e a qualidade inferior preocupam os produtores, que agora enfrentam desafios para garantir a rentabilidade de suas safras. Consumidores devem estar atentos à qualidade ao adquirir cebolas, especialmente provenientes dessas regiões afetadas. Aumento de pragas, calibre inferior, podridão e bacterioses podem comprometer a experiência culinária e a durabilidade do produto.
Fonte: Portal do Agronegócio
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