Publicado em: 27/03/2024 às 13:10hs
Ontem, foram reportadas negociações no mercado de feijões sem manchas no Noroeste de Minas, com o valor atingindo R$ 250. No entanto, esse preço não reflete completamente a situação atual do estoque, que está reduzido entre os produtores. No Paraná, comerciantes observam que há pouco estoque disponível, mas a percepção geral é de abundância. Isso ocorre porque, quando os preços tendem a cair, há uma tendência para que as pessoas comprem menos do que realmente precisam, adiando suas compras ao máximo. Por outro lado, quando os preços sobem, todos querem comprar mais.
A quantidade de feijão do ano passado armazenada em câmaras frias ainda não foi divulgada, mas é razoável presumir que aqueles que ainda possuem estoque não estarão dispostos a vendê-lo a qualquer preço.
A safra do Paraná teve um início interrompido e está programada para recomeçar em abril, com a colheita se estendendo até junho. As perdas nas plantações ainda não se refletiram nos preços para o consumidor final, mas espera-se que, quando isso acontecer, haja um aumento na demanda em algum nível. Quanto à safra de Minas Gerais, afetada por problemas como a infestação de mosca branca, as perspectivas indicam um cenário muito diferente em comparação ao ano anterior.
Fonte: Portal do Agronegócio
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