Publicado em: 08/04/2024 às 12:10hs
Durante toda a semana, o mercado brasileiro de feijão carioca manteve uma relativa estabilidade. A oferta permaneceu reduzida, enquanto as transações ocorreram em um ambiente tranquilo. Cerca de 14 mil sacas foram colocadas à disposição, com metade delas comercializadas.
Segundo Evandro Oliveira, analista e consultor da Safras & Mercado, houve uma tentativa inicial de atender à demanda dos poucos compradores presentes. Entretanto, a escassez de feijão carioca extra, especialmente nas categorias nota 9 e 9,5, indicou uma oferta limitada de produtos de alta qualidade.
Os preços permaneceram estáveis, principalmente para feijões com padrão de cor 8,5 (Sabiá), com propostas dos compradores em torno de R$ 250,00 por saca. Negociações pontuais ocorreram nesse patamar. Para feijões de padrão de cor 8, os valores variaram entre R$ 205,00 e R$ 210,00 por saca, sem grandes mudanças.
A escassez de produtos de melhor qualidade persistiu ao longo da semana, com apenas um lote de feijão carioca nota 8,5 sendo negociado. Oliveira destaca que a expectativa é de uma negociação gradual dos volumes disponíveis, especialmente devido à crescente presença de compradores no início do mês.
No segmento do feijão preto, houve pouco movimento ao longo dos dias, com um volume modesto de amostras disponíveis. As indicações de preço variaram de acordo com a qualidade, com os compradores considerando propostas entre R$ 250,00 e R$ 270,00 por saca para os feijões de padrões inferiores.
O mercado permaneceu praticamente estagnado na Bolsa, com os preços influenciados pelas atividades nas regiões produtoras do país. Rumores de negociações em andamento indicam uma possível melhora na demanda, especialmente para feijões de qualidade superior. Porém, para os produtos com padrões mais fracos, os indicativos de preço ainda variam entre R$ 230,00 e R$ 240,00 por saca.
Fonte: Portal do Agronegócio
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