Publicado em: 08/02/2024 às 12:50hs
O Instituto Brasileiro de Feijão (Ibrafe) destaca a rentabilidade do investimento no feijão, revelando que, em um mês, o feijão-preto valorizou 25% em reais e 22% em dólares. Analisando a cadeia produtiva que depende da produção agrícola, o Ibrafe ressalta a importância do momento de superoferta e do déficit de oferta, destacando a necessidade de recursos financeiros para estender o período de estocagem.
A estratégia apresentada pelo Ibrafe envolve estabelecer um nível de preço esperado para o momento da colheita, analisando o histórico de preços em relação ao volume de produção e consumo esperado. O modelo econômico proposto é capitalista, incentivando investidores, cerealistas, corretores e produtores a participarem, visando garantir o abastecimento e trazer liquidez para o mercado nos momentos de pico da colheita.
No mercado atual, tanto o feijão-carioca quanto o feijão-preto seguem uma trajetória de lenta valorização. O feijão-carioca atingiu cotações de até R$ 380 para a nota 8,5, enquanto o feijão-preto alcançou R$ 395. O Ibrafe destaca que essa valorização gradual ao longo da semana é preferível a grandes altas em curtos períodos, consolidando o nível de preço no mercado.
Fonte: Portal do Agronegócio
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