Publicado em: 26/04/2013 às 13:10hs
Para resolver o problema, a Cocamar vem divulgando, há alguns anos, a operação mecanizada da colheita. Embora seja comum em outros Estados produtores, a máquina de colher café ainda é novidade em algumas regiões do Paraná, caso do extremo noroeste, onde a cafeicultura é parte importante da economia de vários municípios.
Pensando nisso, no início de maio uma máquina trazida de Minas Gerais estará prestando serviços a produtores em Altônia, que fica perto de Umuarama. A vinda do equipamento foi intermediada pela Cocamar. O técnico agropecuário Antonio Carlos Spanhol, da cooperativa, que atua naquela cidade, garante que a cafeicultura não sobrevive se continuar dependendo de gente. “A única saída é o produtor se ajustar para a mecanização”, cita. A máquina faz o trabalho de dezenas de braços, custa mais barato e acaba o serviço rapidamente, o que é positivo para a qualidade dos grãos.
Fonte: Imprensa Cocamar
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