Publicado em: 25/03/2026 às 07:00hs
A cafeicultura de Minas Gerais projeta uma safra recorde para 2026, apesar da instabilidade climática e da volatilidade nos preços internacionais do café. O perfil do produtor tem se tornado cada vez mais profissional e orientado por dados, o que aumenta a demanda por tecnologias e sistemas integrados de manejo.
A presença da ICL na Femagri 2026 reforça o compromisso da empresa em apoiar o avanço tecnológico da cafeicultura, por meio de ciência aplicada, dados e validação em campo.
Segundo Ioná Rech, consultora sênior de Desenvolvimento de Mercado da ICL, o cafeicultor moderno busca equilíbrio entre produtividade, qualidade da bebida e rentabilidade.
“O produtor entende que a rentabilidade sustentável é resultado de alta produtividade aliada à qualidade superior. Investir em nutrição eficiente e tecnologias que aumentem a performance da planta é fundamental para maximizar o retorno por hectare”, explica Rech.
Na feira, a ICL destacou soluções voltadas para otimização do manejo nutricional e fisiologia vegetal, incluindo:
Essas tecnologias têm como objetivo aumentar a eficiência produtiva e o retorno sobre o investimento para os produtores.
Emerson Caselato, engenheiro agrônomo e gerente de Contas da ICL, reforça que o público da Femagri é altamente tecnificado e busca discussões técnicas aprofundadas, evidências de pesquisa regional e resultados práticos.
Além da apresentação de produtos, a ICL compartilhou resultados de campo obtidos em parceria com produtores e cooperativas, validando soluções localmente e ampliando a confiabilidade das recomendações.
O evento também destacou a importância de tomada de decisão baseada em dados, nutrição de precisão, fisiologia vegetal e análise da biologia do solo como pilares de sistemas integrados de cafeicultura.
A presença da ICL buscou fortalecer o relacionamento com produtores e cooperados da Cooxupé, uma das maiores cooperativas de café do mundo, e apoiar estratégias de investimento para as próximas safras, incluindo ferramentas de planejamento financeiro como operações de barter.
“O futuro da cafeicultura passa por sistemas integrados que unem nutrição de precisão, fisiologia vegetal, biologia do solo e análise de dados. Nossa proposta na Femagri contribui exatamente para esse avanço”, conclui Caselato.
Fonte: Portal do Agronegócio
◄ Leia outras notícias