Publicado em: 16/01/2024 às 10:50hs
O mercado futuro do café arábica iniciou as negociações nesta terça-feira (16) na Bolsa de Nova York (ICE Future US) com uma alta superior a 2%. A persistente escassez na oferta asiática continua servindo de suporte para a valorização dos preços.
No Brasil, os produtores mantêm uma vigilância constante nas condições climáticas, ainda apreensivos com as elevadas temperaturas e a irregularidade das chuvas. Além disso, continuam participando ativamente do mercado, buscando oportunidades para impulsionar seus rendimentos.
Por volta das 09h07 (horário de Brasília), os contratos para março/24 apresentavam uma alta de 390 pontos, sendo negociados a 183,90 cents/lbp. Os contratos para maio/24 registravam uma elevação de 355 pontos, atingindo o valor de 180,90 cents/lbp. Já os contratos para julho/24 apresentavam uma valorização de 325 pontos, cotados a 180,70 cents/lbp, e os contratos para setembro/24 apresentavam alta de 330 pontos, sendo negociados a 181,40 cents/lbp.
Em Londres, o café do tipo conilon iniciou o pregão estendendo os ganhos. Os contratos para março/24 apresentavam uma alta de US$ 62 por tonelada, sendo negociados a US$ 3049. Os contratos para maio/24 registravam uma elevação de US$ 47 por tonelada, atingindo o valor de US$ 2909. Já os contratos para julho/24 apresentavam uma valorização de US$ 39 por tonelada, cotados a US$ 2816, e os contratos para setembro/24 registravam alta de US$ 35 por tonelada, sendo negociados a US$ 2756.
Em 2023, o Brasil exportou 39,247 milhões de sacas de 60 kg de café, mantendo-se praticamente estável em comparação com os 39,410 milhões registrados em 2022, representando uma variação de apenas -0,4%. No que diz respeito à receita cambial, houve uma redução de 13% em relação ao ano anterior, com os embarques totalizando US$ 8,041 bilhões ao longo do ano passado, conforme revela o relatório estatístico mensal do Conselho dos Exportadores de Café do Brasil (Cecafé).
Fonte: Portal do Agronegócio
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