Publicado em: 17/08/2015 às 13:00hs
O objetivo foi o intercâmbio de informações sobre a principal cultura produzida naquele país. Ao todo, 1.400 km foram rodados entre as cidades de Dusseldorf, Cologne, Hannover, Quedlinburg, Magdeburg, Dresden e Berlim.
Mario Rissi, gerente de clientes da Bayer CropScience disse que a viagem foi enriquecedora para os produtores do ponto de vista técnico, além de terem tido a oportunidade de conhecerem um pouco da história da Bayer no agronegócio, seu processo tecnológico, estrutura e investimentos. “Foi muito importante ter mostrado essa parte de pesquisa e desenvolvimento que a empresa faz. O produto final chega para o produtor e, é importante ele ter conhecimento do processo”, afirma Rissi.
Para o presidente da Cotrijal Nei César Mânica, os pontos que chamaram a atenção da maioria dos produtores foram a qualidade de manejo, infraestrutura e alta produtividade dos agricultores locais. “Guardadas as proporções da nossa região para a deles, é possível produzirmos mais se tivermos como exemplo o manejo rotacionado que os alemães fazem, além de priorizar a tecnologia aplicada tanto da parte de sementes, quanto dos defensivos na lavoura. Com certeza, foi uma iniciativa importante e produtiva”.
Produtor de soja, milho, trigo e cevada em Carazinho (RS), Mario Ely esteve presente na viagem e entende o clima como um dos grandes diferenciais da produção alemã. “Temos muito que aprender com eles no que se refere a organização e tecnificação, pois eles são muito centrados no que fazem e, assim conseguem aproveitar bem o tempo, além de terem jovens de 25 anos, por exemplo, com várias pós-graduações, enquanto no Brasil o produtor rural está muito aquém dessa realidade. Mas independente disso, o clima deles é muito propício para a cultura, pois não são surpreendidos com tantas chuvas como nós. Temos um clima tropical que os impede de termos uma safra tão rentável quanto a dos alemães”, afirma o agricultor.
Fonte: Bayer CropScience
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